domingo, 19 de fevereiro de 2012

CRISTALOTERAPIA


Os Cristais como Seres Minerais Iluminados          

Os cristais são seres minerais que conquistaram sua luz própria. A semelhança de determinados seres humanos que se auto-iluminaram, se santificaram, tornando-se um exemplo vivo da luz e verdadeiros mestres de seus semelhantes, os cristais também são mestres do reino mineral, doando sua luz através de força, amos e sabedoria a quem delas necessitar. É, inclusive, interessante notar a semelhança dos nomes Cristo, Krishna, Cristal – todos, grandes mestres iluminados da humanidade. A energia Crística é a mesma energia do cristal, é a própria luz do Espírito materializada num ser humano ou mineral.     

Quando vemos a imagem de um ser humano, um mestre, um santo ou um avatar, observamos que a luz se irradia do seu corpo, principalmente nas mãos, no coração e em torno da cabeça, que é a famosa áurea dos santos. Esses seres transformaram suas células lunares em solares, passivas em ativas, através da geração e da irradiação da luz e da pura energia de vida. Realmente, um ser auto-iluminado brilha, irradia luz física de sua corpo; ilumina e encanta àqueles que deles se aproximam.

Por sua vez, os cristais, deles há muito, também vêm fascinando os seres humanos com sua resplandecente luz divina. Quando passamos por uma joalheria, nossos olhos são quase que automaticamente hipnotizados pelo fascínio e beleza das gemas ali expostas, a qual, infelizmente, já provocou muitas mortes, chacinas e guerras devido à ganância da personalidade humana diante ao valor e poder que elas representam. Mas isso, nem Cristo pode resolver!Vide as atrocidades que já se fizeram em seu nome.

O que importa é que, trazidas por Deuses, por Óvnis, ou transmutadas a duras penas no interior da Terra, tais gemas cristalizam a própria luz do espírito instaladas nos corpos físicos encontrados no seio da natureza. E o contato com esses corpos luminosos desperta-nos as mesmas características.

Na ordem física, os opostos se atraem e os semelhantes se repelem; porem, na ordem espiritual, estas circunstâncias se invertem: semelhante atrai semelhante, luz atrai luz. Se buscarmos poder e riquezas materiais nas pedras, encontraremos apenas a fraqueza e a pobreza, mas se nelas buscarmos luz e clareza, nossas vidas se iluminarão, e, aí sim, seremos verdadeiramente poderosos e ricos. Se buscarmos a felicidade aos olhos do mundo, atrairemos apenas a infelicidade; mas se a encontrarmos aos olhos do espírito, viveremos a sua verdadeira expressão. O ator, como o nome já diz, é um ser ativo, criativo – ele cria a ação, transformando uma idéia, um sonho, em realidade. Já o personagem é passivo – ele sofre a ação, transforma a realidade numa idéia, num sonho. O ator, como o cristal, brilha através de sua própria vida, projeta a sua imagem naquilo que está à sua frente, enquanto o personagem, opaco, busca seu brilho naquilo que reluz à sua volta, e, como um espelho, busca a sua imagem naquilo que está à sua frente.

A felicidade, como a luz, é uma questão de incidência do ângulo com que vemos a vida. Podemos vê-la com os olhos do ego ou com os olhos do Espírito, e ela nos responderá na mesma proporção, oferecendo o destino, o carma, para o Ego, e a liberdade para o Espírito. Seres crísticos, os cristais, se libertaram de seu carma, de seu destino denso e opaco, para se tornas moradores do próprio Espírito, moradas da luz. São estrelas que caíram na Terra, ou brotaram dela, trazendo a mensagem e a esperança de que um dia lapidaremos nosso ser para tornarmos, também, luminares do Espírito. Mais que mensageiros da esperança, os cristais são a própria ferramenta viva para esta transformação. Temos o Espírito à nossas mãos. O que podemos fazer com ele?


                Os Cristais como Mestre de Força, Amor e Sabedoria


Acho desnecessário falar das inúmeras qualidades práticas dos cristais na nossa vida cotidiana. A informática, o laiser, a relojoaria, as telecomunicações são apenas um pequeno exemplo, e já bastam para constatar e consagrar o seu valor entre nós.

Vimos anteriormente, que os cristais são seres de luz, manifestação cristalizada do Espírito. Esta luz espiritual cristalizada pode desdobrar-se e manifestar-se em três segmentos distintos:

                FORÇA: É a manifestação vital e instintiva do Espírito no corpo. É a energia vital, material e sexual. Ela é fundamental para o poder pessoal de realização dos nossos objetivos, desejos e ideais sobre a Terra.

                AMOR: É a manifestação sentimental e emocional do Espírito na alma. É a energia de união com a vida e com os seres amados. É fundamental para a experiência e expressão da felicidade, para o Sagrado Coração que bate em cada peito.

                SABEDORIA: É a manifestação intelectual do Espírito na mente. É a energia do pensamento que compreende e conduz os princípios teóricos e práticos da própria vida. É fundamental para a auto-consciência, o conhecimento de si mesmo e dos princípios e leis que regem o Universo.

Quando digo que os cristais são mestres de força, amor e sabedoria, quero afirmar que, como representante do plano Espiritual, eles atuam sobre os outros  três planos de existência, ou seja: o físico, o emocional e o mental.

Isto quer dizer que, no plano físico, existem cristais que ajudam a fortalecer a vitalidade, a força física, a sexualidade, a capacidade de trabalho e de ação, o bem-estar corporal e material, a própria saúde física, de modo que possamos construir, na pratica, a nossa existência sobre a Terra.

No plano emocional, vemos cristais que ajudam a abrir o coração para os outros e para a vida, a dar e receber amor e afeto, a realizar os verdadeiros desejos e sonhos segundo a vontade do Espírito, e a sentir a rela felicidade de estar vivo, para que se possa, assim, entrar em contato e em união com a própria alma.

No plano mental, existem os cristais que nos ajudam a abrir a mente para o entendimento das leis que regem o Universo e o nosso verdadeiro papel na vida, a deixar de ser racionais e críticos e a colocar o ego em seu devido lugar, que é de personagem e não de autor dessa vida. Estes cristais auxiliam-nos a ter clareza e objetividade para atrair a prosperidade, a ter vontade e firmeza de caráter para direcionar os rumos de existência e a ver a individualidade unindo-se à Espiritualidade para realizar a Sua vontade na vida.

Por fim, ainda existem cristais que ajudam-nos a reconectar a fonte maior de energia, que é a própria luz do Espírito e, em ação conjunta com a meditação. Ajudam-nos a retornar à luz de onde viemos, ou atraze-la até nossas vidas, transformando nosso corpo num verdadeiro cristal humano.


                Os Cristais como Vitaminas Energéticas


Costumo dizer que os cristais são vitaminas energéticas que você não precisa engolir para sentir o sue efeito. Basta tê-los próximo a si, de preferência no local mais indicado para a sua natureza e função.

Os cristais não curam e nem resolvem os nossos problemas, se bem que às vezes até o façam. Eles nos dão energia necessária para que, se realmente quisermos e for de vontade do nosso Espírito, possamos nos curar e resolver todos os problemas.

Devemos utilizar os cristais, mas não depender da sua energia. Tem gente que diz: - “Não sei viver sem meu cristal!”; há outras, abrem a bolsa e despejam seus oitenta e nove cristaizinhos, um para cada momento do dia. Não é bem assim. Nossa energia não está nos cristais. É importante saber usar sem se apegar nem projetar neles nosso sucesso e felicidade. O sucesso e a felicidade estão em nós mesmos, o que falta é força, amor e consciência para atingi-los.

Quando queremos brilhar nessa vida, mas, não temos energia suficiente, os cristais são de excelente valia como vitaminas energéticas, alimentando a nossa capacidade de desfrutar todas as possibilidades.

Por exemplo, uma pessoa que queira realmente sais de uma determinada circunstância, mas não tem força para tanto, poderá usar uma granada para dar o impulso necessário à ruptura de condicionamentos e hábitos e a projeção para o novo.

Uma pessoa que busque, de coração, um companheiro, mas não consegue amar a si mesma, usando um quartzo rosa poderá trazer à tona sentimentos e mágoas guardados no inconsciente, para, assim, perdoar-se, reconquistar sua auto-estima e abrir-se aos relacionamentos, atraindo-os para si.

Entretanto, enquanto estamos em dúvida, no “alto do muro”, ora queremos crescer, ora nos entregando aos desejos, anseios e medos do nosso personagem, com a alma vacilando entre servir ao Espírito ou ao ego, os cristais pouco poderão ajudar. Mesmo assim, e até nos casos de total submissão ao ego, eles podem servir como “aspirinas” energéticas, melhorando a “dor de cabeça”, mas, infelizmente, sem resolver a razão da mesma.

Também é muito importante conscientizarmo-nos de que os cristais podem tanto auxiliar quanto prejudicar, de acordo com as energias que emanam e aquelas de que necessitamos. Se a pessoa é agressiva, não deve usar uma granada; já para a passiva, a granada será de grande uso, ao contrário da ametista, que só aumentará a sua passividade. Se a pessoa é muito mental, ela não deve usar um citrino e sim um quartzo rosa para desenvolver o emocional; já a pessoa emocional, necessitará de citrino para maior clareza e direcionamento das emoções.

De um modo geral, é um absurdo a pessoa usar o cristal de seu signo astrológico, como vemos tanto por aí, pois ela só estará ampliando o que já é. Ela deveria, sim, buscar o que lhe falta usando um cristal justamente do signo oposto ao seu, que é onde reside as suas maiores carências e necessidades.

É um erro típico do personagem querer sempre ampliar suas qualidades, procurando esconder e anular as dificuldades para que não se mostrem aos outros e, principalmente, a si mesmo. Com isso, a pessoa se isola em suas aptidões e talentos, deixando de lado a verdadeira totalidade da vida.


                Os Cristais como Fonte de Afetividade, Prosperidade, Saúde e Beleza

Não é à toa que estamos na condição de humanos. Cá estamos para aprender a lidar conosco diante da vida; para aprender a lidar com nossos desejos, pensamentos e atitudes. Dentro do mistério da existência, cada um vem com uma historia pessoal para desempenhar, um desafio para ultrapassar e um tesouro para conquistar. E nesse jogo da vida, cada um está num determinado estagio de consciência para o desenvolvimento de determinados aspectos do seu ser.

Desse modo, não temos capacidade para julgar ou criticar ninguém pelos seus desejos, pensamentos e atitudes; pois quem sabe se alguém, na sua “pequenina”  maneira de ser, não estará evoluindo muito mais do que nós, “grandes mestres”, estacionados nos preconceitos do nosso saber!

Com isso, quero dizer que admiro a pessoa que está procurando uma pedrinha para arranjar namorado, a outra que deseja uma pedrinha para ganhar dinheiro, além das que querem uma pedrinha para curá-las de todas as doenças e torna-las belas e atraentes; pois elas estão buscando, sonhando com a felicidade, seja da forma como for. Estão colocando magia e encantamento em suas vidas, acreditando que a luz daquele cristalzinho irá iluminar e abrir os seus caminhos.

Só que a historia não termina bem aí. Sim, existem cristais que ajudam a nos tornarmos atraentes, prósperos e saudáveis. Os resultados são visíveis quando acreditamos neles, mas passageiros quando não acreditamos em nós. O amor, a prosperidade e a saúde são energias que emanam de nós mesmos e se deslocam pela vida. Quando os buscamos no mundo para preencher a nossa própria carência interior, passamos a depender deles para a nossa felicidade e, com isso, perdemos a liberdade.

A pessoa que se utiliza da energia de um cristal para alcançar um desejo pessoal de seu ego, poderá até conseguir o seu intento, mas daí a mantê-lo e a lidar com ele é outra história. Devemos estar preparados para lidar com aquilo que pedimos; até mesmo um tesouro pode ser desperdiçado quando não se sabe usa-lo.

A satisfação dos nossos desejos é importante, sim. A prosperidade e riqueza material também é importante. Saúde e beleza, nem se diga! A questão é a forma como lidamos com isso. O autor brilha interpretando o seu personagem, enquanto este busca o seu brilho nos resultados da trama da história.

Atraímos o amor, a saúde e a prosperidade com o nosso brilho interior, como um sol que doa a luz e o calor; como uma lâmpada que, à noite, atrai todas as mariposas do vale.



COMO TRATAR OS CRISTAIS


                Limpeza

Quando adquirimos ou ganhamos um cristal, geralmente, não conhecemos a sua procedência, não sabemos que não passaram por ele e nem com que emoções e situações ele se deparou em sua jornada até chegar a nós.

Os cristais tendem a absorver todas as energias negativas à sua volta, com o intuito de harmonizar ambientes e pessoas que deles se aproximam. Se estou triste e toco em um cristal, ele, instantaneamente, absorve essa tristeza, transformando-a ou retendo-a em si, conforme a sua natureza.

Durante uma de minhas aulas, uma aluna começou a sentir-se mal ao colocar um cristal sobre si. Assim ficou, até que, num lampejo, recordou-se de que, no dia anterior, colocara aquele mesmo cristal sobre o plexo do marido, que estava bastante indisposto, mas esquecera-se de limpa-lo após o uso; assim, o cristal absorveu o mal-estar do marido e, no dia seguinte, ao usá-lo, ela recebeu a carga que estava acumulada na pedra.

Quando encerro cada trabalho de terapia com cristais, dou obrigado a lavá-lo, um a um, minuciosamente, até sentir que todas as energias acumuladas se foram água abaixo. Com a prática do trabalho, comecei a sentir as cargas acumuladas nos cristais como um excesso desagradável de energia que deixava minhas mãos dormentes, ou como uma sensação de gordura, como se o cristal tivesse acabado de sair de uma pastelaria chinesa.

O processo mais radicar e eficiente de limpeza é a imersão dos cristais em água com sal grosso, sal marinho ou na própria água do mar. O sal é forte agente purificador de energias. Sua ação retira todas as energias negativas... e também as positivas!Considero um absurdo usar a água salgada para energizar os cristais, como muita gente faz por aí.

Veja bem, quando vamos à praia e entramos no mar, chegamos a casa exaustos, sem energia para nada. A primeira coisa que fazemos é tomar uma boa ducha doce para retirar o sal do corpo. Em seguida, almoçamos e, para completar, tiramos uma gostosa soneca. Então, acordamos novos, restabelecidos para a vida. Vimos, assim, que a água salgada descarregou as nossas energias, que foram, em seguida, repostas pela água doce, pela alimentação e pelo sono.

Graças à sensibilidade que desenvolvi na palma das mãos para detectar a energia dos cristais, só costumo usar o sal em cristais extremamente carregados de energia negativa ou em limpezas periódicas, semestrais ou anuais. Além de descarregar totalmente o cristal, o sal, em muitos casos, corrói a gemas mais sensíveis.

Para você que está se iniciando nos mistérios dos cristais, recomendo deixa-los em imersão na água salgada por uma noite ou, no máximo, um dia, sendo, logo em seguida, muito bem lavados em água corrente. Faça isso com os cristais que você acaba de adquirir ou ganhar (salvo se tiverem sido previamente energizados pela pessoa que os deu), ou ainda com aqueles que o acompanharam em momentos críticos de tensão, depressão e doença, ou que foram tocados por pessoas negativas.
De um modo geral, a lavagem em água corrente é suficiente como método de limpeza para os cristais. Após o uso, ou periodicamente, costumo esfrega-los bem com as mãos, embaixo da água, até sentir que estão totalmente limpos de quaisquer energéticos. Às vezes, também, coloco-os numa bacia sob um chuveiro, com água quente. A água quente é muito eficiente na limpeza das “gorduras” energéticas, porém não substitui a lavagem manual.

Sempre que usarmos o cristal em alguém ou em nós mesmos, para harmonizar um chakra ou aliviar uma dor de cabeça, esse cristal deverá ser muito bem lavado após o uso. Não é justo deixar o cristal impregnado das energias que ele absorveu de você só para ajudá-lo.

Existem ainda outros métodos de limpeza que podem ser utilizados, como o fogo, o incenso, a terra, determinadas ervas, a própria intenção, hábito e outros mais, que, como a água doce, servem tanto para limpar quanto para energizar o seu cristal.
               
Energização

Energizar é alimentar um cristal com energia favorável para o seu maior desempenho. Na natureza, os cristais energizam-se espontaneamente; porém, dentro de ambientes fechados, em constante contato conosco e nossos problemas, muito de suas energias se esvaem na intenção de harmonizar o ambiente e nossos corações. Por isso, é necessario uma periódica realimentação energética para que um cristal permaneça saudável, irradiando luz e beleza, velando por todos nós.

Energizamos os cristais sempre após a sua limpeza. Os metidos mais conhecidos de energização são:

                A ÁGUA DOCE – Como vimos, além de limpar, a água doce é um fantástico energizador dos cristais, principalmente as águas de uma cachoeira, de um rio ou da chuva. Quem não puder levar seus cristais para passear, procure então coletar e trazer essas águas até eles. Caso não dê, apele para a água mineral ou filtrada, e, se não tiver mesmo jeito,utilize a água da torneira, apesar do cloro.

A água corrente energiza mais, mas os cristais podem ser colocados num recipiente de vidro com água (uma jarra de cristal é ideal) e expostos, ao Sol ou à Lua Crescente ou Cheia, durante um período de três horas a um dia, para recompor suas energias. Ao retirar os cristais, podemos utilizar essa água para beber, pois ela terá sido energizada pelos cristais.

                O SOL – O sol é conhecido como o principal elemento energizador dos cristais. É assim, mas com certas precauções. O melhor horário para expor os cristais ao Sol é de manhã, no período que vai do alvorecer às 10 horas, quando então seus raios começam a se saturar.

Também não é favorável expor constantemente ao Sol os cristais de cores frias, como o verde-azulado, o azul, o índigo, o violeta e o roxo. Eles são mais lunares e o excesso de Sol acaba danificando e alterando sua estrutura química e cromática. O quartzo branco torna-se mais opaco quando exposto constantemente ao Sol, já as pedras de cores quentes, como a vermelha, a laranja, a amarela e a verde-amarelada, querem muito Sol, quanto mais, melhor!

No caso de ausência de luz solar, podemos utilizar a luz de vela, uma lapada forte ou qualquer outra forma de luz ou fogo, colocando-a próxima aos cristais.

                A LUA – A luz lunar é extremamente benéfica para as pedras brancas límpidas e para as de cores frias, mas, não oferece exatamente o tipo de energia pedido pelas pedras de cores quentes.

As luas favoráveis para energização são a Crescente e a Cheia. A Minguante pode ser usada para limpeza e a Nova para descanso do cristal.

                A TERRA – A terra também limpa e energiza os cristais. Colocando-se um cristal sobre a terra, ou enterrando-o nela, ele receberá toda a manutenção necessária para seu funcionamento e bem-estar.

Pode-se também colocar os cristais num vaso de plantas; mas, nesse caso, primeiro limpe os cristais para que as plantas não recebam suas cargas negativas. Agora, com o cristal limpo, você irá notar como, subitamente, as plantas começarão a crescer e a se tornar belas e viçosas.

                O INCENSO E AS ERVAS – Os incensos elevam e purificam a vibração dos cristais. Podemos usar os palitos quanto o braseiro – o importante é que a fumaça envolva os cristais. Pode ser utilizado qualquer aroma (sândalo é um dos mais preferidos), menos arruda e cânfora, que devem ser reservados para a limpeza.

No tocante às ervas, nem é preciso descrever o poder energético e curativo que delas emana. Podemos colocá-las em torno dos cristais ou tritura-las em uma bacia com água, onde, em seguida, deixamos os cristais pelo período de um dia. Várias ervas podem ser utilizadas, mas o melhor é usas folhas de boldo, saião, alecrim, manjericão ou eucalipto, ou ainda todas juntas. Estas ervas são facilmente encontradas em feiras e até em mercados, e não tem qualquer contra indicação.

                OUTROS CRISTAIS – Podemos colocar os cristais que vão ser energizados, em drusas maiores de quartzo branco ou de outros cristais afins. Podemos, também, coloca-los dentro de um círculo, de uma mandala composta por cristais brancos ou afins, permanecendo, em ambos os casos. De um a três dias.

É importante que as drusas e os cristais da mandala já estejam previamente energizados.

                A INTENÇÃO E O AMOR – A intenção é o método pelo qual utilizamos a energia mental para energizar os cristais. Enviamos mentalmente, ou através de palavras, mensagens de luz, força e energia para os cristais. Durante a mentalização, seguramos o cristal com as mãos, levando-o até a fronte, ao final, sopramos sobre ele, oferecendo-lhe a nossa energia vital.

O amor é simplesmente o carinho e afeto com que os tratamos.

Além dessas fontes energizadoras, temos ainda o nosso relâmpago, o trovão. Os ventos e demais forças da natureza.
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                CONSERVAÇÃO

Seu cristal já está limpo e energizado. E agora, como conserva-lo assim?  A conservação dos cristais varia de acordo com suas funções. Podemos sintetizá-las em quatro níveis:

                CRISTAIS PARA AMBIENTES – A manutenção de cristais em ambientes, tanto familiares quanto profissionais, deve ser, pelo menos, semanal. Eles estão expostos nesses locais para proteger, harmonizar ou estimular as pessoas que lá estão ou por lá circulam e isso dispende muita energia do cristal, principalmente em ambientes onde há muita circulação de pessoas; desta forma, eles devem ser lavados e energizados semanalmente, no máximo, mensalmente.

No caso de conflitos ou problemas graves que aconteçam no ambiente, os cristais devem ser limpos e energizados logo em seguida, ou constantemente, se a questão perdurar.

No caso de cristais de grande porte, eles devem ser lavados com pano molhado, constantemente embebido em balde de água, e, em seguida, energizados pela força da intenção, já que incensos e velas podem soar um tanto estranho em ambientes públicos.

                CRISTAIS PARA USO PESSOAL – Os cristais de uso pessoal não devem ser tocados por ninguém, a não ser por você ou com quem você queira compartilhar suas energias, como num pacto de amor ou de ideais.

Neste caso, o cristal deverá ficar longe de curiosos, ou mesmo dentro de uma gaveta ou envoltório (uma caixa, um sapatinho), sendo apenas retirado quando for trabalhar com você. Vale a pena ressaltar que os cristais de uso pessoal devem ser usados, como o nome bem  o diz. Cristais guardados por muito tempo perdem suas energias, necessitando de realimentação antes de serem usados.

Os cristais de uso pessoal devem ser limpos e energizados de acordo com as circunstâncias por que passamos. Eles estão ao nosso lado, e aquilo que acontecer conosco, acontecerá também com eles. No caso de uma existência pacífica, recomenda-se uma manutenção mensal. Quando esses cristais estão constantemente junto a nós, como no caso de anéis, pulseiras, brincos ou colares, é recomendável que nos banhemos que eles, pois assim estaremos fazendo uma higiene simultânea.

É uma triste tendência das pessoas “colocarem o dedão” naquele cristal “tão bonitinho” que você tem no pescoço. É aconselhável, nesses casos, lavar o cristal assim que chegar em casa, como também é aconselhável não sair por aí mostrando suas jóias a todo mundo. Jóias são objetos pessoais de poder, que devem compartilhar apenas da energia de seu proprietário.

                CRISTAIS PARA TERAPIA – Os cristais de uso terapêutico devem ficar em um espaço reservado para tal prática. Esse espaço deve ser arejado, iluminado, e, se possível, com incidência da luz solar.

Gosto de colocá-los sobre uma mesa de madeira, forrada com um tecido de seda ou algodão, ou, com uma esteira de palha, onde deixo-os dispostos sob a forma de mandala, para criar um campo energético coletivo. Não utilizo materiais sintéticos, pois estes obstruem a circulação de energia.

Após a terapia, tosos os cristais utilizados devem ser minuciosamente lavados e repostos na mandala.

A limpeza e a energização geral pode ser mensal ou semanal, de acordo com a freqüência de uso, salvo se os cristais ficarem extremamente carregados durante a terapia, quando, então deverão ficar algumas horas em água salgada, e em seguida, lavados, energizados e repostos à mandala.

                CRISTAIS EM SI – São aqueles cuja única missão para o seu usuário, é embelezar e colorir-lhe a vida. São usados intuitiva e despretensiosamente em ambientes ou no próprio corpo. Estão ao alcance de todos. Sua manutenção é o carinho que se tem por eles. (Mas uma aguinha de vez em quando não faz mal nenhum.)

A inocência ainda é a maior arma e defesa da humanidade. Ela anula efeitos que, em outras circunstâncias, seriam desastrosos; ela permite a liberdade de se usar e experimentar aquilo que se desejar. É como uma criança que não pode ser julgada e condenada pelos seus atos. No entanto, a inocência cessa no instante em que se adquire a consciência. Quando tomamos consciência do uso e poder dos cristais, os seus efeitos, tanto positivos quanto negativos, serão automaticamente projetados em nossas vidas.

COMO USAR OS CRISTAIS


                No Ambiente para Proteção e Harmonia


Os cristais podem ser usados para proteção e harmonização de ambientes. Na proteção, eles se constituem um escudo em torno do ambiente, enquanto absorvem e transmutam as energias negativas. Na harmonização, promovem o bem estar e a empatia entre as pessoas presentes.

Usamos, ambos os casos, drusas ou cristais de médio a grande porte. Para essas funções, quantidades e tamanho são fatores indispensáveis, sem descartar, é claro, a quantidade. Vemos assim, que o trabalho que o cristal tem a desempenhar multiplica-se a cada pessoa que entra, além disso, sua área de ação abrange todo o ambiente, às vezes, até um salão ou auditório. Por isso, é importante que o cristal tenha estrutura física capaz de emitir e absorver grande quantidade de energia.

A drusa é um conjunto de cristais unidos a uma base única. É o que chamamos um “família de cristais”: são várias pontas individuais unidas, harmonicamente, à mesma base, à mesma essência. Existem grandes drusas de quartzo branco, fume, citrino, de ametista (as famosas “capelas”) e outras mais. Essas drusas funcionam como um filtro para o ambiente, destilando bem estar e harmonia.

Além das drusas, usamos também peças de cristais de médio e grande porte para o mesma fim. São peças, geralmente em estado bruto, a partir do tamanho da palma da mão. As peças mais usadas são as turmalinas negras, os quartzos rosa e verde e as ágatas. Bolas de cristal e obeliscos também podem ser utilizados para esse fim.

Os cristais para harmonização podem ser colocados num ponto de maneira que abranjam todo o ambiente. Pode ser no alto, em uma prateleira, ou então numa mesa, de preferência central. Já os cristais para proteção podem ser colocados à porta dos ambientes (atrás dela, senão roubam o seu cristal) ou à mesa onde você trabalha, ou seja
Devem ficar próximos de quem entra ou de quem deseja a proteção.


Aí vão os cristais mais usados para proteção e harmonização de ambientes:

                QUARTZO BRANCO – traz luz, paz, harmonia e alegria.
                AMETISTA – traz espiritualidade e transcendência.
                CITRINO – traz prosperidade e clareza.
                QUARTZO ROSA – traz amor e equilíbrio emocional.
                QUARTZO VERDE – traz saúde e equilíbrio físico.
                TURMALINA NEGRA E QUARTZO FUME – trazem proteção e estruturação.
                ÁGATA – traz tranqüilidade e bem estar.


                Como Peças de Uso Pessoal

Quando escolhemos um cristal para ser nosso companheiro de jornada, é fundamental que ele fique ao nosso lado o maior tempo possível e, principalmente, nos momentos em que a sua energia se fizer necessária. Ele será a nossa pedra de poder pessoal, aquela que compartilhará da nossa história, estimulando energias que precisamos incorporar e expressar na vida, ou afastando-nos daquelas que necessitamos abandonar.

Podemos levar esse cristal no bolso, na bolsa, num saquinho alfinetado à roupa ou em qualquer outro lugar onde a imaginação chegar.

Mas a forma mais prática de se fazer acompanhar por um cristal, ainda é através dos clássicos adereços corporais, como anéis, pulseiras, tornozeleiras, pingentes, colares, gargantilhas, brincos ou tiaras.

Há controvérsias sobre a utilização terapêutica de cristais lapidados. Muitos os preferem em estado bruto. Acho que a questão é um pouco mais complexa. Podemos encontrar os cristais nas seguintes formas:

                Em estado bruto – exatamente como são encontrados na natureza. Conservam toda a integridade e potencial de suas capacidades. Não existem contra indicações para o seu uso.

                Rolados – ou seja, polidos naturalmente, através do processo de rolagem em tambores de água e areia, exatamente como acontece com seixos dos rios. Só devem ser evitados quando o cristal apresentar uma ponta natural, como o quartzo branco, a ametista e o citrino; ou então estrias, frisos paralelos que se estendem por sua superfície, como no caso das turmalinas, águas-marinhas, kunzitas e outras mais – nesses casos, a rolagem interrompe o maior fluxo energético.

                Como cabochão – que apresenta uma face ovalada e outra achatada. Segue os mesmos princípios dos rolados, porém são produzidos de forma padronizada, por maquinário e mãos humanas. Como os lapidados, geralmente são usados em adornos corporais, como anéis, colares e outros. Nesse processo também estão incluídas as bolas de cristal e os obeliscos.

                Lapidados – em N números de face, para aproveitar o máximo de sua luminosidade. O seu potencial varia de acordo com o talento e o estado de espírito do lapidador. O talento é inerente ou não ao lapidador, porém, o estado de espírito pode variar de um trabalho para outro, impregnando, inconscientemente, o cristal de emoções positivas ou não.

Com isso, quero afirmar que os cristais lapidados são imprevisíveis, tanto podem ampliar, quanto reduzir a ação dos cristais brutos. Somente a intuição, a sensibilidade e a experiência podem avaliar a qualidade desse cristal. É simples: use o cristal com o coração aberto, se seus caminhos florescerem, parabéns; porém, se sentir sua fluidez se fechando, é melhor parar de usar essa peça, devolvendo-a à natureza.

Veremos, a seguir. As diferentes formas como podem ser usadas essas jóias no corpo, e quais as  suas características e particularidades:
                Anéis – Os dedos são extensões de todas as energias do ser. São a síntese de todas os níveis de percepção da vida. Podem tocar e interagir com qualquer parte do próprio corpo ou de qualquer outro corpo. Expressam aquilo que vai na mente e na alma de cada um. Com eles, manuseamos, escrevemos, acariciamos e agredimos a própria existência.

Pode-se usar todos os tipos de cristal nos dedos (eles abrangem todos os chakras), desde que se obedeça às especificações para o momento presente, e que eles sejam colocados no dedo e mão corretos.

Trataremos mais especificamente desse assunto em “Os Dedos e os Astros”.

                Pulseiras – O pulso é uma espécie de síntese dos dedos das mãos. As várias energias que correm pelos dedos se unem no pulso. È como se o pulso fosse a sua base, da mesma forma como uma drusa de cristais, onde várias pontas se unem a uma base única. Assim, as pulseiras circundando esse portal, são quase como uma comporta, que pode represar ou abrir o fluxo energético pelo braço.

Como nos dedos, também podemos usar qualquer tipo de cristal, desde que esteja de acordo com as necessidades do momento. Podemos usar cristais para a expansão, como a turmalina verde, para estimular o fluxo energético das mãos até o coração, como também, cristais para a proteção. Como a hematita, que vai fechar o nosso pulso ao acesso de energias que não queremos compartilhar ou devemos evitar.

Em meus trabalhos de terapia com cristais, costumo usar uma pulseira com hematita no pulso esquerdo. Elas impedem a entrada de energias negativas que estão sendo retiradas da pessoa durante a sessão.

As pulseiras são excelentes para a circulação e troca de energia com as pessoas e a vida. A ação dos cristais abre os pulsos, permitindo o fluxo de energia, principalmente daquela energia que o cristal está dinamizando. Vale ressaltar, que o pulso direito favorece as intenções expansivas, enquanto o esquerdo, as receptivas (no caso dos destros); por isso, em casos de proteção, recomenda-se fechar o pulso esquerdo.

                Tornozeleiras – As tornozeleiras funcionam exatamente como as pulseiras, só que estão ligadas às energias mais densas de Terra. São ideais para cristais pretos, cinzas, marrons e vermelhos, que puxam as energias da Terra para o organismo, dinamizando a energia vital, a sexualidade, o poder pessoal e a força de caminhar sobre a Terra (vide primeiro chakra).

Servem também como um fia terra para descarregar as tensões psico-corporais e, também, como um escudo protetor contra as energias negativas de certas entidades elementais e do baixo astral, que tentam consumir e alimentar-se de nossas próprias energias. Da mesma forma que nos pulsos, o tornozelo direito está ligado à corrente expansiva, enquanto o esquerdo, à receptiva.

                Pingentes e Colares – De modo geral, estão localizados à altura do coração (vide quarto chakra) ou, no máximo, à altura do plexo (vide terceiro chakra).
Os localizados à altura do coração, interagem com a vida emocional, estimulando ou reprimindo, conforme o cristal, a própria expressão emocional, ou seja, o amor que a pessoa sente por si, pelos outros e pela vida. Para dinamizar os sentimentos, o amor própria e os relacionamentos, podemos utilizar cristais rosas, alaranjados, verdes ou brancos. Os violetas dizem mais respeito ao amor espiritual, enquanto os amarelos e azuis, à energia mental, podendo ser usados, respectivamente, em casos de desapego e clareza emocional. Já os vermelhos podem hiperexcitar, trazendo irritação e ansiedade, enquanto os pretos, cinzas e marrons podem reprimir, trazendo rigidez, pessimismo e melancolia. Devem ser usados apenas em casos excepcionais, que realmente exijam essas atitudes extremas.
Os localizados à altura do plexo, estimulam a atividade mental, a individualidade e a força de vontade. Podemos usar aí, principalmente, os cristais amarelos, os brancos, ou até os demais, de acordo com as circunstâncias e necessidades acima descritas.

                Gargantilhas – Embora próximas do coração, as gargantilhas, em volta do pescoço, estimulam a capacidade de expressão verbal dos sentimentos e verdades de cada um, privilegiando a comunicação entre as pessoas e consigo mesma (vide quinto chakra). Aí, o ideal, são as pedras azuis, verde azuladas ou brancas, ficando o uso das demais, novamente de acordo com a particularidade dos casos.

                Brincos - Os brincos são adereços mais próximos do nosso topo, das vibrações mais altas do ser e do espectro do arco-íris (vide sexto e sétimo chakras). Trabalham, principalmente, com as energias do azul escuro, do violeta, do roxo, do dourado e do branco. Mas, comoveremos no estudo dos chakras, o sexto chakra comanda e rege todos os que estão abaixo dele; por isso, torna-se possível a utilização de qualquer cristal como brinco, até mesmo do vermelho e do preto, bastando apenas que estejam dentro dos objetivos do momento.

                Tiaras – Embora pouco usadas para portar cristais, as tiaras atingem exatamente o alto da cabeça, a coroa do ser humano (vide sétimo chakra). É o ponto de mais elevada freqüência espiritual do corpo. É o Portão de Brahma ou o Lótus das Mil Pétalas dos indianos; o Ori, a morada do orixá, dos africanos; a auréola que circunda a cabeça dos santos no cristianismo. Aí, o branco é a cor mais indicada, podendo utilizar-se também o dourado, violeta ou roxo. As outras cores devem ser muito claras ou evitadas.


                Como Canalizadores, Transmissores e Amplificadores de intenção

Por canalização, entendemos a capacidade de receber ou incorporar energias de seres distantes e de outras dimensões. É o que já conhecemos, há muito tempo, pelo nome de mediunidade. A mediunidade pode ser tanto consciente, quando interagimos com as energias, quanto inconsciente, quando somos totalmente tomados por elas; tanto incorporativa, quando se manifestam integralmente través do nosso corpo e voz, quanto sensitiva, quando as percebemos em nossa consciência e sensibilidade, como uma suave comunicação interior. Um passo além da mediunidade, é a meditação, como contato com as nossas energias mais profundas, a comunicação e a experiência com o nosso verdadeira Ser, o Cristo interior, o Orixá, o nosso próprio Criador.
Por transmissão, entendemos a capacidade de enviar nossas próprias energias a seres distantes ou de outras dimensões. Nossa intenção é projetada no astral e refletida no ser desejado. São as nossas orações, evocações, visualizações e viagens astrais.

Por amplificação, entendemos a capacidade do cristal aumentar o efeito da nossa intenção, quer seja para a canalização, quer seja para a transmissão.

Nesses casos, o cristal mais indicado é o quartzo branco, principalmente o cristal gerador de quartzo branco de terminação única ou biterminado. O gerador de quartzo branco é uma peça natural de cristal límpido, de aproximadamente dez a vinte centímetros, com uma ponta e uma base (terminação única) ou duas pontas em suas extremidades (biterminado). No caso do gerador de terminação única, a energia entra pela sua base e sai pela sua ponta; já no o biternimado, a energia corre, simultaneamente, em ambas as direções, ao mesmo tempo.

Quando queremos enviar, transmitir uma mensagem ou intenção para alguém, onde quer que esteja, procuramos, de início, visualizar mentalmente o que está sendo transmitido. Se é um caso de doença, visualizamos a pessoa forte e saudável; se é um problema pessoal, visualizamos a pessoa com força e clareza para resolve-lo; se é um caso de perda, visualizamos a pessoa conformada e aberta para novos rumos na vida. Em seguida, colocando a base do cristal sobre a fronte, projetamos essa imagem, através dele, para o espaço, em direção à meta desejada. A intenção trabalhará no corpo astral da pessoa, refletindo nela os desejos esperados. Esse tipo de transmissão é usado principalmente para evitar energias de força, solidariedade e cura, para quem estiver, à distância, precisando delas.

No caso de recepção, de canalização, precisamos, primeiro, definir, transmitir exatamente ao Cosmos, o conhecimento ou as energias que desejamos receber, ou ainda, os seres com quem queremos entrar em contato. Fazemos isso com a base do cristal sobre a fronte. Em seguida, invertendo a posição, colocamos a ponta voltada para a fronte e aguardamos, em total silêncio e vazio mental, a informação ou incorporação da energia que pedimos. Podemos, nesses casos, canalizar mensagens e energias de desencarnados, de guias, ou anjos, tanto do plano astral, como do espiritual, como também dos elementais e, até mesmo, dos seres humanos comuns e dos animais (como no xamanismo).
No tocante à meditação, que é totalmente desvinculada de qualquer intenção que não seja o próprio silêncio mental, podemos colocar alguns cristais à nosso volta, ou à nossa frente, em nossas mãos , ou, ainda, sobre a fronte ou o coração. Na meditação, não importa muito a direção do cristal, que pode até ficar na vertical, uma vez que ela funciona em todos os âmbitos. Nas meditações coletivas (para a paz, o amor, a saúde, etc), formamos um círculo de pessoas com uma grande drusa ao centro.

Existe, ainda, uma forma de amplificar a intenção, enquanto não estamos presentes ou quando queremos que ele permaneça durante um determinado período. Pegamos, por exemplo, uma foto da pessoa ou um pedaço de papel com o seu nome escrito e a eles acrescentamos a nossa intenção através do cristal. Em seguida, colocamos esse cristal sobre a foto ou o nome, deixando-os num local reservado por um período de três dias, ou então até surgir algum efeito.

                Na Limpeza, Energização e Harmonização dos Chackras

Talvez a forma mais profunda e eficaz de se trabalhar com a energia dos cristais seja a sua disposição sobre os chakras ou centros energéticos do ser  humano. Estudaremos os chackras e seus cristais no referido capítulo. Agora nos limitaremos a estudar a forma e o método, como é executada essa terapia.

A função da terapia dos cristais sobre os chakras tem como finalidade a limpeza, energização e harmonização desses chakras. Num total de sete chakras (existem muito mais, mas no momento vamos nos ater a esses sete principais), localizados em toda a coluna vertebral, vemos que cada chakra cuida de um determinado aspecto energético e psíquico do ser. É como se cada chakra fosse um nariz que respirasse, inspirando e expirando um determinado nível de energia mais sutil que o ar, para vivificar o sue plano na existência. Como precisamos respirar oxigênio para o corpo permanecer vivo e saudável, precisamos também respirar essas energias sutis, de outras dimensões, para que as vidas etérica, astral, mental e espiritual possam também estar, simultaneamente presentes em nossa existência, vivas e saudáveis.

À medida que vamos crescendo, as limitações do ego, os medos, os anseios, os desejos irrealizados, os instintos reprimidos, a repressão da sexualidade e da expressão pessoal, a carência de auto estima, a auto censura e a culpa, os excessos para compensar essas carências, e por aí à fora, vão entupindo, bloqueando e pondo em desuso as funções sadias desses chakras, trazendo doença e incapacidade de se desfrutar todo o potencial da vida. É a mesma sensação de quando ficamos resfriados, com o nariz tampado, e nos debatemos, sufocados em busca de um pouco de ar alimentar os pulmões.

O contato dos cristais apropriados com os centros bloqueados, vai, inicialmente limpa-los, absorvendo os bloqueios, desentupindo o seu canal de contato com a vida. O primeiro passo de toda terapia é expedir aquilo que está prejudicando. Quando recebemos uma visita, não adianta decorarmos a casa, se não a limparmos primeiro. Em seguida, agora sim, os cristais vão energizar esses centros, alimentando-os com a sua própria luz e energia, para que eles tenham força suficiente para recomeçar a trabalhar por conta própria. E, finalmente vão harmonizar todos os chakras entre si, pois é do equilíbrio energético entre eles que vem o verdadeiro bem estar de estar vivo. O ideal é que a energia seja distribuída igualmente entre tosos os chakras, sem privilegiar a um ou a outro.

Com o devido conhecimento, após esse estudo, você poderá aplicar esta técnica em outras pessoas. Porém, aconselho que comece trabalhando em si mesmo, para experimentar, nos próprios chakras, a ação e os efeitos que os cristais podem proporcionar. Aprenda a curar a si mesmo, e, aí, então, poderá curar os demais. Não quero dizer, com isso que, num caso de emergência ou de uma simples dor de cabeça, você não possa ajudar a alguém sem antes ter experimentado em você mesmo. Estou falando da ação deliberada e constante de se oferecer terapia com cristais, o que exige prática pessoal e muita responsabilidade, uma vez que se está mexendo com as próprias energias de vida daquela pessoa.

A seleção e utilização dos cristais para uma terapia integral em alguém, resulta de um conhecimento profundo dos cristais e da psique humana. Utilizo o Tarô como um diagnóstico para chegar ao cerne psicológico da pessoa e da questão. Através do Tarô, e confirmado na prática, pelo pêndulo, vejo quais os chakras bloqueados, carentes e quais os que consomem excesso de energia. Seleciono, então, também com o auxilio do pêndulo (quando se faz necessário), os cristais favoráveis a esse diagnóstico, procedendo, inicialmente a uma fase de limpeza dos chakras, que pode durar de uma a várias sessões, de acordo com o seu grau de fechamento. Quando os chakras carentes já estão desbloqueados e os exagerados, sedados, é hora de começar a energização daqueles que necessitam de estímulo dos cristais para retomar suas atividades normais, o que também pode durar uma ou mais sessões. E, por fim, com a harmonização, faço um balanceamento entre todos os chakras, devolvendo o ser reintegrado, de volta a toda sua potencialidade de vida, isto claro, se ele quiser e fizer por merecer.

A arte de curar pelos cristais é um dom, assim como toda a medicina e tudo na vida. Já nascemos com esse dom, mas podemos desenvolvê-lo, muito mais, através do estudo e da dedicação a ele. O objetivo deste livro não é formar terapeutas, o que só a vida formará, mas dar, ao interessado o conhecimento de todos os tipos de interação com os cristais e meios de poder ajudar-se, e ajudar aos demais, com técnicas simples, sem riscos de contra indicação.

Por isso, não pense em começar pelo fim. Comece descobrindo, em si, a energia de cada cristal, colocando-o na palma da mão, na fronte e sobre o seu respectivo chakra. Procure sentir, por aproximadamente 15 minutos, a troca energética entre você e ele. Faça isso com todos os chakras, procurando sentir se o cristal está absorvendo ou emitindo energia para eles. Numa segunda etapa, vá colocando um cristal sobre cada chakra, respectivamente até completar os sete chakras fundamentais. Sinta, então, o fluxo energético correndo pela coluna vertebral, harmonizando e equilibrando todos esses chakras. Desfrute, enfim, o prazer e bem estar físico, emocional e mental, que essa experiência oferece. Vamos ver, agora como se procede, na prática a terapia:

Inicialmente, de acordo com o caso detectado pela pessoa, ou apontado pelo Tarô, selecionamos os cristais que vão trabalhar sobre os chakras. Podemos utilizar de um até, digamos, dez cristais por chakra. O ideal é a pessoa ficar despida, ou em trajes íntimos, para sentir melhor o contato do cristal sobre a pele. Caso não seja possível, trajes brancos ou claros, confortáveis e de fibra natural (algodão, seda ou lã), podem ser usados. É também importante estar de estômago vazio, ou com uma leve refeição, sem a ingestão de carne ou álcool, para que as energias não se dispersem, nem sejam desviadas para a digestão. Para completar, a audição de música calma e meditativa, ajuda muito no relaxamento físico e emocional e no silêncio mental.

Então, realizados todos esses quisitos, o próximo passo é deitar-se numa esteira, ou qualquer superfície confortável, que não seja sintética, para que as energias possam fluir livremente entre a pessoa e a Terra. No caso da pessoa se aplicar a terapia (na medida do possível), é bom que tenha os cristais bem ao seu lado, ao alcance de suas mãos.

Em seguida, esvazie a cabeça de quaisquer pensamentos, procurando concentrar-se na música evitando o diálogo interno. Não lute contra ele, deixe-o, como uma nuvem, passar pelo céu de sua consciência e sumir no horizonte. Procure também acalmar as emoções através de uma respiração profunda e pausada. Para completar, procure sentir, cada vez mais forte, o coração batendo no peito.
É hora, então, de colocar os cristais sobre os chakras e demais  pontos energéticos ou críticos a serem trabalhados. Eles podem ser colocados de cima para baixo, do sétimo chakra até a sola dos pés, ou vice versa, dependendo da natureza do caso e da sensibilidade do terapeuta. Costumo começar pela Estrela, que compreende a colocação de cristais de quartzo branco nas cinco extremidades da pessoa, ou sejam, no alto da cabeça ( o sétimo chakra), na palma das mãos e na sola dos pés. A Estrela é ideal para criar um campo energético purificador para a terapia que vai se iniciar. Daí, então, começo a escalada pelos chakras, indo, geralmente, do sétimo ao primeiro.

Podemos colocar apenas um cristal fundamental em cada chakra, apontado pelo jogo ou pelo pêndulo, ou então criar uma mandala, colocando o fundamental ao centro, circundando por demais cristais afins ao chakra. Podemos, ainda, utilizar cristais brancos para ampliar a ação dos fundamentais e afins. Pontas de cristal branco também podem ser colocadas, como um Corredor Energético, para interligar os cristais colocados sobre os chakras ou direcionar o fluxo de energia entre eles. No caso de interligação, colocamos duas pontas com as bases unidas ou uma ponta biterminada. No caso de direcionamento do fluxo energético, colocamos as pontas voltadas para cima, em direção à cabeça, quando desejamos estimular o aspecto espiritual, ou, para baixo, quando estimulamos o aspecto material. Podemos também colocar as pontas direcionadas para determinado chakra, quando queremos dinamizá-lo, ou, sair daquele chakra, quando queremos seda-lo.

Outro aspecto importante dentro da terapia são os braços e pernas. Podemos criar, aí, um corredor energético capaz de desbloquear as articulações e estimular a circulação sanguínea e energética dessas áreas.

Os braços, como extensões do quarto chakra, possuem, por sua vez, dois importantes chakras localizados nas plamas das mãos, além de pequenos chakras nas articulações do pulso, do cotovelo e do ombro. São importantes condutores de energia para o chakra do coração. Quando as articulações estão bloqueadas, esse fluxo energético é interrompido, tolhendo a ação dos braços, impedindo-os de expressar seus verdadeiros sentimentos na vida. Isso, sem falar das dores nas articulações, a má circulação sanguínea e o inchaço dos braços e mãos.

Para trabalhar os braços, usamos, principalmente cristais de quartzo e turmalinas, das cores verde e rosa (ou outros, caso o coração precise assimilar suas energias). Nas palmas das mãos, que já estão voltadas para cima, com o cristal de quartzo branco, podemos acrescentar um cristal favorável para a terapia. Nas articulações do pulso, cotovelo e ombro podemos colocar bastões de turmalina verde, rosa ou bicolores, ou ainda, hematitas, para desbloquear as articulações, promovendo o retorno da circulação física e emocional. No espaço entre elas, pontas de cristal branco vão direcionar o fluxo de energia do coração para a palma da mão, ou dela para o coração, caso a pessoa necessite doar ou receber energia emocional. Quando a pessoa já está devidamente harmonizada, costumo direcionar as pontas do braço esquerdo em direção ao coração, para receber energia, e as do braço direito, em direção à palma da mão, para doar energia.

As pernas, como extensão do primeiro chakra, localizado terapeuticamente, à altura do púbis, também apresentam dois importantes chakras na sola dos pés e pequenos chakras nas articulações do tornozelo, joelho e virilha. Pelas pernas entram e saem energias de ligação com a Terra, como a vitalidade, a sexualidade, a força, a capacidade de realização e a própria saúde física do corpo. Por isso, mais uma vez, essas articulações devem estar desbloqueadas, caso contrário estaremos fracos, doentes, impotentes diante à vida. Para tanto, colocamos turmalinas negras ou quartzo fume na sola dos pés, acompanhando o já colocado cristal branco (costumo colocar esses cristais sobre almofadas para atingirem o centro da sola dos pés). Nas articulações do tornozelo, joelho e virilha, colocamos turmalinas negras, hematitas, jaspes ou ágatas para desbloquear as articulações, promovendo o retorno do fluxo de energia física e vital do organismo. Entre essas articulações, colocamos as pontas de cristal para direcionar o fluxo de energia da sola dos pés para o púbis, ou dele para a sola dos pés, caso a pessoa acumular ou descarregar energia vital. Quando a pessoa já está harmonizada, costumo direcionar as pontas da perna esquerda em direção ao púbis e as da direita em direção à sola dos pés.

Aí, então, começa a terapia propriamente dita. Com um cristal gerador na mão direita, como se fosse um bisturi apontado para a pessoa, vou mapeando e percorrendo o seu corpo a uma distância de dois a dez centímetros dele, parando e trabalhando minuciosamente sobre cada chakra, articulação ou área crítica, dinamizando os cristais aí colocados, desbloqueando os chakras (através do giro do cristal, no sentido horário, sobre cada chakra), detectando e absorvendo acúmulos e lixos energéticos na aura, promovendo, enfim, a energização e harmonização dos chakras entre si (através do movimento vertical entre eles) e das demais áreas, com o resto do organismo. Nesse processo, a mão esquerda espalmada como um radar, acompanha a direita, procurando sentir o fluxo do trabalho.

Quando todos os cristais, chakras, articulações e demais áreas críticas já foram devidamente trabalhados pelo cristal gerador, ponho-o de lodo e começo a retirar os cristais, um a um, geralmente de baixo para cima, procurando deixar os mias significativos por último até, enfim, retirá-los, desmanchas a Estrela e dar a terapia por encerrada.

                Diretamente Sobre as Áreas Afetadas

Podemos colocar os cristais diretamente sobre as áreas afetadas, tanto a nível de pele e sistema circulatório, quanto de órgãos internos e ossos. Nesses casos, colocamos os cristais apropriados sobre e em torno da área afetada, deixando-os aí, pelo menos por 15 minutos.

Especificamente, no caso de problemas circulatórios, usamos o Corredor Energético, como vimos na terapia com cristais, sobre os braços, pernas e também sobre o tronco. No tocante a doenças mentais, utilizamos turmalinas verdes e quartzos celestiais para oxigenação do cérebro e equilíbrio de seus dois hemisférios.

É bom repetir, periodicamente, a operação até que os resultados comecem a se manifestar.  Também, é sempre bom utilizar o cristal gerador à mão para facilitar e intensificar a ação desses cristais.

PIRAMIDOLOGIA



Usos para as pirâmides

v  Meditar e relaxar: se você tem em casa uma pirâmide grande em forma de barraca, pode usá-la para meditar ou fazer relaxamento em seu interior. Disponha de alguns minutos todos os dias para sentir seus efeitos, como bem-estar, aumento de memória e perda de tensão.
v  Saúde: terapêutas holísticos revelam que a pirâmide é excelente no tratamento da artrite e do reumatismo, entre outras inúmeras aplicações terapêuticas.
v  Preservar alimentos: a energia das pirâmides desidrata flores e frutas. Este processo pode ser bastante útil quando desejar preservar estes elementos. Basta colocar a fruta ou a flor dentro de uma pirâmide (que pode ser feita de forma artesanal), em sua
parte central. O resultado é fantástico.
v  Tratamento das plantas: quanto mais tempo suas plantas ou flores sofrerem a atuação da energia das pirâmides, mais bonitas ficarão, mudando até mesmo, a coloração de suas folhagens. Utilize a energia de duas maneiras:
a) Coloque água dentro de um recipiente. Deixe-o na parte central da pirâmide durante 24 horas, para sofrer um projeto de energização. Feito isso, regue as plantas com essa água.
Após a segunda ou terceira aplicação, a diferença poderá ser notada.

b) Coloque pequenas pirâmides sobre as plantas ou flores, presas por uma barbante em forma de "varal". Depois de alguns dias, elas apresentarão um aspecto mais colorido, bonito e saudável.
v  Limpeza astral: para fazer a limpeza da sua aura, fazendo uso das pirâmides, escreva em um pedaço de papel os nomes de pessoas e situações que lhe causam incômodo, como desentendimentos familiares, desarmonia no trabalho, falta de ânimo e de alegria de viver. Depois, pinte este papel com a cor vermelha,
utilizando-se de lápis colorido ou caneta. Dobre-o, deixando-o na base interna da pirâmide, como se estivesse "despejando" o lixo cósmico. No dia seguinte, queime-o e assopre as cinzas ao vento, de preferência junto a um jardim bem florido.


Conservação e mumificação de alimentos


Mumificação de carne

De todas as experiências utilizadas para comprovar o efeito da pirâmide a mais fácil e clara costuma ser a de mumificar pedaços de carne.


Entre os vários autores e experimentos existe muitas variações e parece não haver um ponto de comum acordo quanto a medidas,tempos, pesos, etc. Mesmo porque, nas experiências realizadas normalmente são desconsideradas medições de temperatura ambiente e umidade do ar, fatores que com certeza unfluenciam nos resultados.
Apenas para se ter uma base para efetuar suas próprias experiências
e comprovar com seus próprios olhos o efeito da pirâmide quanto à mumificação, pode-se utilizar as seguintes medidas: pirâmides de 15cm de altura, feitas de papel cartão ou cartolina, e pedaços de carne de 40mm x 25mm x 10mm, aproximadamente.
De preferência que seja carne sem aditivos químicas, como normalmente se tem nas carnes vendidas nos açougues. No processo de mumificação a carne diminui rapidamente de peso e endurece, ficando resecada e retorcida, um tanto quebradiça,
mas ainda maleável. Normalmente nota-se gotícolas de água na parte de cima que logo desaparecem. Embaixo surge, eventualmente, uma espécie de pó esbranquiçado. Esse pó não costuma aparecer quando se usa carne de caça - sem aditivos químicos -,
ao invés daquela comprada no mercado. No final a carne fica com uma consistência dura, mas elástica. Segundo autores, ela é perfeitamente comestível vários meses
depois da mumificação. O processo de mumificação dura, aproximadamente, duas semanas, e deve ser realizado, preferencialmente, em época de tempo
seco. Para mumificar-se pedaços de carne maiores, deve-se utilizar pirâmides proporcionalmente maiores.

Frutas e verduras

Aqui podemos utilizar a pirâmide para: mumificar, conservar ou acelerar o amadurecimento.

Desidratação: O processo é semelhante ao da carne e o tempo varia muito dependendo do material utilizado, podendo ir de alguns dias até vários meses. Os melhores resultados são conseguidos com frutos ricos em água, como tomates e laranjas.

Conservação: Quase todos os autores sustentam que a cor, o cheiro e o sabor se conservam praticamente intactos, embora isso não seja unânime entre todos os pesquisadores. Para conservar as frutas e verduras basta colocá-las debaixo da pirâmide, por algumas horas, ou um dia inteiro. Os vegetais assim tratados tendem a durar mais
tempo do que os não tratados. Sementes, como arroz ou feijão, depois de tratados na pirâmide, duram indefinidamente.

Maturação: O tempo requerido para a maturação dependerá do tipo de fruta e de quanto esteja verde. Para um meio termo, seis a oito horas são o bastante. Aqui, o sabor das frutas melhora e nas frutas ácidas costuma ocorrer uma diminuição da acidez.

Leite

O leite tratado na pirâmide durante apenas algumas horas se mantém mais fresco muito tempo depois da data da caducidade inscrita na embalagem. Se o tratamento for prolongado por uma semana, o leite se transforma em iogurte.

Efeitos sobre as plantas


Todos os autores coincidem em afirmar que as sementes tratadas com a pirâmide germinam mais cedo, dando origem a plantas mais saudáveis e vigorosas. Há muita divergência quanto ao tempo de exposição das sementes ao efeito da pirâmide mas, constatou-se que, mesmo que as sementes sejam completamente mumificadas,
mantêm seu poder de germinação. Quanto ao desenvolvimento das plantas, muitas experiências foram feitas por vários pesquisadores, mas pouco acordo houve entre
elas e os resultados apresentados normalmente são muito subjetivos. Pesquisadores afirmam que deve-se observar a influência externa da pirâmide. Experiências feitas com uma pirâmide de 75cm de altura, demonstraram que é necessário uma distância
de três metros da pirâmide, para que as plantas utilizadas com controle na experiência, não sejam afetadas.
Segundo eles, há dois campos de energia que envolvem a pirâmide: um forte, no interior, e outro fraco, no exterior. É importante também manter as amostras fora da linha das diagonais da pirâmide,  pois ela parece emanar energia através das arestas.
Plantas que ficam sob a pirâmide por uma ou duas semanas apresentam desenvolvimento acima do normal e, mesmo depois de colocadas em outro lugar, continuam apresentando desenvolvimento mais acentuado do que outras plantas que não passaram
pela pirâmide. Uma experiência realizada por Schul e Pettit conseguiu que tomateiros alcançassem 2,70m de altura em duas semanas de tratamento.
Curiosamente, o solo sob o qual fica a pirâmide, parece tornar-se
estéril.

Efeitos sobre a saúde

Sito aqui um trecho do livro “O poder das pirâmides”, de Emilio Salas e Román Cano, que ilustra bem o efeito da pirâmide sobre a psiquê humana.

"Quando o primeiro de nós se sentou no interior da pirâmide, e, após alguns minutos, viu que nada acontecia, ficou ligeiramente decepcionado. No entanto, pouco depois,
começou a perceber como se sentia bem naquele espaço limitado quando, em geral, não conseguia permanecer em lugares pequenos e fechados. Isto nos fez compreender
que a paz e a tranquilidade, a sensação de bem-estar, são proporcionadas pela estrutura especial da pirâmide, apesar do espaço limitado. À medida que transcorriam os minutos,
mais acentuadas se tornavam essas sensações, maior era a clareza mental e menor a vontade de abandonar a pirâmide."
Feitas experiênicas com outras pessoas foram observadas as reações mais variadas. Alguns nada perceberam enquanto que a maioria sentiram a mesma paz e tranquilidade. Parece haver uma tendência a que essa sensação de paz torne-se cada vez mais prolongada, depois que se sai da pirâmide, tanto quanto mais de faz
uso dela. Os efeitos não se limitam ao psicológica. Ela tem também o efeito
de eliminar, ou diminuir, dores físicas de qualquer forma. E não se trata aqui de um simples efeito analgésico, pois não apenas atua sobre a dor, mas sobre a cura em si. Contusões, torceduras e ferimentos além de terem a dor aliviada, curam com mais rapidez, em menos da metade do tempo normal. "Em última instância, se não queremos assegurar categoricamente que a pirâmide cura, podemos afirmar que, pelo
menos, alivia e acelera o processo de cura. Em poucas palavras, a ação da pirâmide consistiria em gerar e administrar ao corpo energia e vitalidade suficientes para que ele
intensifique suas defesas contra a enfermidade."
Doenças diretamente ou indiretamente relacionadas a nervosismo e ansiedade são muito aliviadas, senão curadas, através do efeito calmante gerado pela pirâmide.
Para tratamento de uma parte do corpo, coloca-se a pirâmide sobre o local desejado, orientada em sentido norte-sul, ficando o membro ou órgão no centro da pirâmide, sob o vértice. Se estiver usando uma pirâmide fechada - de cartolina ou outro material -,
convém fazer aberturas em duas faces opostas, para passar-se o membro - braço, perna, etc. - em seu interior. Para tratamento de áreas grandes do corpo pendure a pirâmide no teto, orientada corretamente, e sente-se ou deite-se debaixo dela.
Algumas pessoas costumam usar pirâmides pequenas sob a cadeira, ou sob a cama, mas este procedimento deve ser feito com cuidado. Segundo pesquisas a pirâmide apresenta uma forma de campo positivo em seu interior, que se prolonga sob a sua base,
sendo seu efeito sempre benéfico. Já acima do ápice da pirâmide manifeta-se uma energia que, imediatamente acima, é negativa, e em muitos casos pode ser prejudicial. Essa energia inverte-se, com base na altura da pirâmide, alternando-se em positiva, negativa,
positiva, etc.
Alguns autores comentam sobre o efeito do campo de energia da pirâmide como ativador da vitalidade sexual. Sobre esse efeito específico parece não haver indícios claros. O que se pode afirmar é que a pirâmide melhora a saúde do indivíduo como um todo,
podendo, indiretamente, melhorar o desempenho no sexo.
Há casos também de pessoas que engordam, ou emagrecem, ao usarem a pirâmide com frequencia. Isso parece indicar que ela funciona como um regular, fazendo com que o organismo passe ao estado em que apresente melhor saúde.
Também há relatos de viciados em drogas que, após iniciarem tratamento com um pirâmide, deixaram progressivamente de ter interesse nas drogas.Importante mencionar que, em alguns casos em que foram tratados ferimentos antigos, como luchações e lesões, o local do ferimento voltou a doer por alguns dias, durante o uso da pirâmide,
até que o mesmo fosse completamente curado, sem deixar marcas. Também consta relatos de pessoas que, ao se submeterem à energia da pirâmide, passam a sentir dores, na coluna, na cabeça, ou em alguma outra parte do corpo.
Parece que a energia piramidal tem como efeito desbloquear e regularizar os fluxos de energia de determinados pontos do corpo e, se essa normalização é feita de forma brusca, o resultado pode ser dor ou desconforto, até que o organismo se acostume com o
novo padrão, o padrão saudável. Dessa forma convém, quando utilizar-se a pirâmide para cura e regeneração, dosá-la com certo cuidado. Iniciar a exposição por cinco minutos apenas e, em nenhum sintoma negativo apresentado, prolongar o tempo conforme
o gosto ou a necessidade. Também é interessante, dependendo do caso, utilizar a energia que emana da base da pirâmide para baixo -pedurando-a ao teto ou em algum suporte - que conforme pesquisadores, é uma energia sempre positiva e menos intensa que a
energia existente no interior da pirâmide, que é sempre positiva mas de intensidade mais elevada.

Efeito sobre a água

Sob o efeito da pirâmide a água costuma apresentar uma evaporação, normalmente, 10% maior do que o normal. Isto deve ser atribuído à diminuição da tensão superficial da água. Depois de tratada sob a pirâmide a água continua evaporando mais rapidamente
do que outra que não foi tratada. Esta característica costuma durar de alguns dias até semanas.
Mas este não é o efeito mais importante da pirâmide sobre a água. O mais interessante é o fato de que, a água de uma forma geral, quando tratada em uma pirâmide, sofre alterações físicas, ainda não totalmente entendidas, que lhe dar propriedades semelhantes
ao efeito da própria pirâmide. Essas propriedade duram de alguns dias a várias semanas.

Para verificar-se esse efeito basta colocar-se um recipiente com água sob uma pirâmide por algumas horas, ou alguns dias, e utilizar- se essa água para, por exemplo, regar plantas. O experimentador poderá averiguar que as plantas que são regadas com a água
tratada na pirâmide crescem mais rapidamente e com mais saúde do que aqueles que recebem água não tratada. Outra experiência interessante é colocar-se dois pedaços de carne em dois recipientes, um com água tratada e outro com água comum. Nota-se que a carne onde está a água tratada permanece no mesmo estado enquanto a outra se deteriora.

Recomenda-se tomar água tratada, pela manhã, em jejum, tendo como efeito uma regularização das funções digestivas e um intensificação de energia durante o dia. Tomando-se essa água com frequencia não apenas tonifica o organismo mas parece, mesmo, rejuvenecer e, inclusive, melhor o desempenho sexual.
Como curativo a água tratada é um ótimo desinfetante e auxilia na regeneração dos tecidos. Basta deixar a parte afetada imersa em uma vasilha com água tratada ou cobri-la com um pano umedecido com ela. O volume de água a ser tratado não deve ultrapassar 5% do volume da pirâmide. Exemplo: numa pirâmide de 25cm de altura, pode-se tratar meio litro de água.

A pirâmide e as experiências psíquicas

Como já foi relatado, permanecer no interior de uma pirâmide, gera uma inconfundível sensação de paz e tranquilidade. Vários pesquisadores falam de experiências, onde foram observadas mudanças claras como: eliminação do medo, da ansiedade, da irritação
ou raiva, entre outras. É, também, curioso o fato de que, dentro da pirâmide, perde-se a noção de tempo. Algumas vezes entra-se na pirâmide para meditar e passa-se vários e vários minutos além do programado, sem se perceber. Todos os pesquisadores são unânimes quanto a esta característica que a pirâmide possui de auxiliar processos de concentração e relaxamento. Pesquisas demonstraram que permanecer por alguns
minutos no interior de uma pirâmide, aumenta a frequencia na geração de ondas alfa e beta. O simples fato de estar na proximidade de uma pirâmide já interfere na geração de ondas cerebrais bem como no estado de espírito e de ânimo.
Relatos de experiências psíquicas de telepatia, clarividência e até telecinese são comuns. Já ouvi vários relatos, obtidos em centros que utilizam a pirâmide para desenvolvimento de potenciais pessoais, de experiências as mais variadas por que passam as pessoas
que fazem uso frequente da terapia piramidal. Uma espécie de psicografia, onde são feitos desenhos, ou escritos textos, músicas ou poemas, sob inspiração, contendo informações que o indivíduo que os fez não sabe exatamente de onde vem, também são comuns.
No entanto, e neste ponto todos os pesquisadores da energia da pirâmide estão de acordo, a pirâmide, por si só, não gera esses fenômenos psíquicos. Antes, ela amplia, ou ativa, uma capacidade latente que, ou estava pouco desenvolvida e mesmo adormecida. Portanto, não se pode pretender utilizar a pirâmide com o objetivo de simplesmente desenvolver esta ou aquela capacidade. É preciso observar as capacidades pessoais e, a partir daí, utilizar a pirâmide como um amplificador, com a intenção de potencializar
essas capacidades. Uma pessoa, por exemplo, que já passou por experiências de sonhos premonitórios ou algo parecido, com certeza terá essa característica reforçada com o uso da pirâmide, podendo desenvolver, com o tento e a prática, a capacidade de
clarividência consciente.
De uma forma geral a pirâmide parece favorecer todas as formas de atividade psíquica, deste o relaxamento e geração de ondas  alfa, até fenômenos de telecinese. Relatos contam qu e pessoas que costumam praticar com frequencia técnicas de relaxamento e
meditação sentem uma facilidade expressiva em executar suas atividades dentro de uma pirâmide. É muito comum também perceber, ao longo da prática, uma espécie de vibração, no interior e ao redor da pirâmide, bem como uma sensação de energização, ou
de "carga energética". Algumas pessoas relatam experimentar um tipo de formigamento, ou alfinetadas, e outras experimentam sonolência e, depois de alguns minutos de cochilo, acordam sentindo- se plenamente energizadas.
Quanto ao tempo de permanência, varia de pessoa para pessoa. O ideal é cada um aperceber-se de suas próprias sensações, e a partir daí definir o tempo que deverá permanecer na pirâmide. Alguns autores relatam casos de pessoas que, depois de se sentirem saciadas, resolveram permanecer mais algum tempo, o que as
fez senti rem incômodo e até mesmo dores físicas. É conveniente, portanto, que cada um aprenda a dosar o tempo de exposição à pirâmide, iniciando com 5 minutos e, ao longo da prática, ir estendendo o tempo conforme sinta-se confortável para isso.

Os materiais e a pirâmide

Alguns pesquisadores tendem a que o material de que a pirâmide é feita não influencia em seus efeitos. Já outros, afirmam que o material de constituição produz alguma diferença na energia piramidal ou na sua forma de atuação. Ao que parece, o efeito do material de constituição da pirâmide, depende muito da pessoa que vai utilizá-la. A mesma pirâmide, do mesmo material – cobre, ferro, latão -, pode ter efeitos diversos sobre pessoas diferentes. Assim, para o experimentador curioso, segue abaixo uma lista de materiais e seus prováveis efeitos quando utilizados na construção
de pirâmides.

Pirâmide de cristal: Utilizada para curas de doenças físicas, energização de água, no terceiro olho (chakra frontal), para desenvolver a clarividência. Interessante lembrar que o cristal de quartzo, por si só, já tem efeitos comprovados por muitos místicos e clínicos
holísticos. Efeito que pode ser almentado pela forma piramidal.

Pirâmide de cobre: Utilizada para transmutar energias negativas em positivas. Fato curioso que o sangue humano possua em sua constituição certa porcentagem de cobre. Também é fato que o cobre é ótimo transportador de cargas elétricas, e que o corpo
humano é, de certa forma, uma bateria orgânica, que carrega eletricidade em forma estática, além de utilizá-la em processos químicos e físicos. Também é fato que muitos pesquisadores relataram ter presenciado descargas elétricas através do ápice de uma pirâmide. Parece que a energia piramidal tem uma estreita relação com os campos eletromagnéticos. Daí pode-se deduzir que o cobre, com bom condutor de carga elétrica, deva alterar, ou modular de alguma forma, a energia que é trabalhada pela pirâmide.
Já foram feitas várias experiências que comprovam o efeito do dobre sobre as plantas, onde plantas que tiveram seus caules circundados com fios de cobre em espiral, apresentaram melhor desenvolvimento. Pirâmide de alumínio: indicada para exercícios de relaxamento e meditação. O alumínio, como a água, apresenta uma curiosa característica
de acumular a energia da pirâmide, sendo essa energia, posteriormente liberada, ao longo de alguns dias. Pode-se, por exemplo, "magnetizar" pratos de alumínio em uma pirâmide
para, depois, utilizá-los para preservar frutas ou verduras. O alumínio, enquanto "magnetizado", apresenta os memsos efeitos da pirâmide. Pode-se utilizá-lo, igualmente, para mumificar materiais orgânicos, para auxiliar no crescimento de plantas ou no tratamento de problemas físicos.

 Pirâmide de latão: indicada para aceitação de mudanças e adaptação a novas situações. Ajuda também a conservar alimentos e plantas ou afiar facas e lâminas.

Pirâmide de madeira: recomendada principalmente na cura de problemas físicos.

Pirâmide de ferro: recomendada para combater as fobias.


As cores e as pirâmides

Não há uma opinião comum, entre os vários autores e pesquisadores, quanto à influência das cores na energia das pirâmides. Alguns pesquisadores fizeram experiências com pirâmides em escala, construídas de papelão ou plástico, com cores variadas, e
relatam ter percebido diferença nos resultados, conforme as cores utilizadas. Já outros pesquisadores afirmam não ter encontrado nenhuma evidência quanto às cores modificarem, reduzirem ou aumentarem o efeito da pirâmide.
De minha parte, penso que uma coisa não interfere na outra. Talvez o fato da pirâmide ser de determinada cor não influa na energia que provem ou é canalizada por ela. No entanto, isso não impede que a cor, por si só, tenha um efeito que possa aumentar ou modificar o efeito da pirâmide de alguma forma, podendo ser utilizada conjuntamente, sem prejuízo à energia da pirâmide. Dessa forma, uma pirâmide, com paredes azuis, pode tornar a
meditação significativamente mais tranquila e "leve", enquanto que uma pirâmide com paredes amarelas, pode tornar a meditação mais profunda e concentrada.

Cada cor exerce um efeito diferente sobre as emoções de várias maneiras. Além do mais, para cada indivíduo haverá cores com que ele ou ela se darão pessoalmente melhor que as outras. A cor da roupa dá muitas informações sobre a pessoa. Você poderá escolher
roupas que o façam "sentir melhor", simplesmente porque as cores produzem verdadeiras mudanças químicas na estrutura molecular das células do corpo. As crianças, assim como as pessoas que agem mais intuitivamente, conhecem esse efeito por instinto. As crianças exploram esta peculiaridade ao escolherem brinquedos de cores chamativas.

Mas os efeito vão além disso. Por exemplo, meça a pressão sanguínea de uma pessoa vestida toda de branco e depois coloque-a à luz vermelha por cinco minutos; então meça sua pressão novamente e verá que esta subiu. Mude a exposição para luz azul por
cinco minutos e verá que a pressão irá cair abaixo do nível original.

No campo energético, Theo Gimbel, descobriu que as cores são mais etéreas do que quaisquer outras vibrações, e port anto, afetam a aura humana e outros campos de energia sutil de maneira ainda mais forte. Elas atuam em altas frequências e assim podem
curar doenças causadas pelos mais sutis desequilíbrios no corpo. Ele percebeu que todo corpo é sensível a luz permitindo que as cores sejam absorvidas por toda estrutura celular, assim como pelos olhos.
Atualmente as cores são usadas terapêuticamente em hospitais em conjunto com a terapia medicamentosa, nos consultórios de psicológos e psiquiatras e nos centros de cura terapêutica que visam o reequilibrio energético através das cores.


Camadas de energia

As pesquisas efetuadas até agora com as pirâmides, fornecem alguma evidência de que o espaço da Grande Pirâmide e de suas réplicas miniaturizadas aumentam, intensificam e/ou geram energia do espectro eletromagnético e outras formas ou graus da chamada
energia Universal. Com isso conclui-se que a pirâmide é uma "Antena Cósmica", ou
seja um aparelho Psicotrônico Auxiliar com capacidade para captar, modular e emanar grande potencial de Energia Cósmica do Universo que é altamente construtiva, revitalizadora e positiva, harmonizado com o bioplasma do operador (paciente) ; esta energia natural, como sabemos, esta na atmosfera, dispersa e totalmente
à disposição do homem e de todos seres viventes. Sabemos que esta energia penetra pelo Chakra Central da Cabeça, irrigando o cérebro e se expandindo por todo corpo. As energias dentro do espaço piramidal são:

Para que a pirâmide seja mais eficiente, devem ser levados em conta alguns fatores, como o rendimento do material utilizado. Ex.: cobre (85%), latão (71%), alumínio composto (78%), cartolina (67%), cristal (100%), etc., como também a escolha do material quanto à finalidade.

De todos os materiais, o Cristal é o único que é usado para todos os fins, limitado apenas pelo tamanho, ou ainda aliada à cromoterapia podemos usar a cor ideal para o nosso propósito. Ex.: vermelha (emocional), verde (dinheiro), azul (cura), amarela (intelecto
e profissional). E finalmente para surtir seus efeitos, uma pirâmide tem que obedecer
algumas condições fundamentais:
a. Ter as medidas exatamente proporcionais à pirâmide de Quéops;
b. Estar com uma das faces voltadas para o Norte Magnético;
c. Usar a altura adequada (uns dos 3/3) da pirâmide, conforme a
finalidade;
d. Mentalizar o efeito desejado, pois o mesmo será o resultado da interação entre a mente humana (Bioenergia), a energia universal (energia natural) e o aparelho psicotrônico (pirâmide).

Entre os muitos efeitos já testados, destacamos alguns resultados conseguidos com a energia das Pirâmides, tais como:  eliminar o cansaço físico e mental, ajudar a emagrecer sem regimes, aumentar a potência sexual, rejuvenescer a pele, favorecer a concentração
e memória, eliminar enxaquecas aliviar dores reumáticas, curar artrites, sanar problemas de coluna, entorses, dores musculares, etc., auxiliar no tratamento do câncer, eliminar o vício  do alcoolismo, eliminar o vício do tabagismo (fumo), energizar água
(p/uso não medicinal), esterilizar água (p/uso não medicinal), eliminar completamente as verrugas, resolver os problemas de insônia, inquietação, fobias, cicatrizar cortes e ferimentos,  conservar alimentos com maior sabor, revitalizar as plantas, crescimento, renovar o corte de lâminas de barbear e facas, etc.

O mais colossal dos edifícios

Incluídas entre as Sete Maravilhas do Mundo Antigo e Patrimônio Cultural da Humanidade desde 1979, as pirâmides de Gizé, em especial a Grande Pirâmide de Queóps, permanecem um desafio à nossa compreensão.
Erguidas sobre um platô rochoso na margem ocidental do Nilo, nas proximidades de Al-Jizah, ou Gizé, no norte do Egito, as três pirâmides são a imagem do mistério, um legado da Quarta Dinastia (2575 a 2465 A.C.) e do místico Antigo Egito. A maior delas, Queóps, é talvez o mais colossal dos edifícios já construídos no planeta. É um exemplo de precisão arquitetônica, desenhado, para muitos, como um modelo da galáxia, do sistema solar, da Terra e, em última instância, do próprio homem. Ela é a demonstração
palpável da lei hermética: “Como é em cima, é embaixo”.
A melhor representação da mente que concebeu a Grande Pirâmide é a própria Pirâmide. Ela é a demonstração da capacidade do arquiteto de incorporar ciência, arte e geometria numa forma significativa. Verdadeira maravilha da arte conceitual, a Grande
Pirâmide coloca em ordem concreta, grandes temas e idéias. Os construtores da Grande Pirâmide sabiam que em todos os aspectos, o mundo e o ser devem se harmonizar com a ordem universal e que o entendimento real de um leva ao entendimento do todo.
De tudo o que foi dito sobre a Grande Pirâmide, uma das afirmações mais estranhas é a do historiador grego Heródoto de que, segundo o que lhe relataram os sacerdotes egípcios, a Grande Pirâmide foi construída de cima para baixo. Como isso não é fisicamente possível, o que é que ele quis dizer? O fato é que a
Grande Pirâmide não tem um ápice. As medidas das laterais na base, têm ligeiras diferenças o que significa que as dimensões da pirâmide não suportam geometricamente a extensão e término em ápice. A estrutura física em si foi desenhada para ser truncada no
206º nível. E como os ângulos da pirâmide são ligeiramente fora de esquadro, o seu topo não é uma extensão da pirâmide concreta. Ele é uma abstração da geometria idealizada, um conceito.
A Grande Pirâmide, portanto, não tem um ápice físico, mas indica um espaço puro acima do topo, um espaço que não é deste mundo. Ela demonstra, assim, que cada indivíduo deve recriar a sua existência. O ápice é um espaço sagrado – eterno, incorruptível e
atemporal. Mas seu potencial latente tem que ser suportado pelo mundo material, para que exista.
Embora a Grande Pirâmide possa ter sido construída numa data posterior, ela foi projetada para comemorar um momento particular da História. Ela é, na realidade, um imenso ponto de referência na Terra e no tempo.
No jargão do agrimensor, um ponto de referência é um símbolo colocado em um marco permanente que tem uma posição de coordenadas conhecida. Ele é usado como referência estacionária para determinar as coordenadas de outros locais. A Grande Pirâmide
funciona do mesmo modo. Mas ao contrário do ponto de referência estático do agrimensor, a Pirâmide também funciona no tempo como um memorial de um momento importante. Sua forma, dimensões, e configuração interna passam uma informação muito
específica: onde ela estava na Terra e no cosmo, num determinado momento. Esse momento, acredita-se, foi o dia 2 de janeiro de 2900 A.C., o começo da história da Grande Pirâmide.
Se tivéssemos estado lá na manhã daquele dia, teríamos observado uma exibição espetacular de objetos luminosos no céu oriental: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno visivelmente alinhados a poucos graus um do outro. Na Bíblia esse evento é citado no Livro de Jó. No Capítulo 38 Deus pergunta: "Onde estavas tu… quando as estrelas da manhã cantaram juntas e os filhos de Deus clamaram de alegria"?

Naquele dia, em 2900 A.C., os principais planetas apareceram como estrelas "da manhã". Foi um grande evento astronômico; uma coincidência celestial extraordinária que só aconteceria uma vez em eras - um evento inspirador. Foi também a oportunidade
perfeita para começar a tarefa de registrar para a posteridade, a coreografia planetária dos próximos 206 anos. 206 anos que incluiriam sete ciclos completos do planeta Saturno, um protagonista na cosmologia dos construtores.
Os construtores sabiam que todos os ciclos biológicos e físicos - por exemplo, marés, padrões de tempo etc.- são influenciados pela proximidade da Terra a outros corpos do sistema solar. O conhecimento do movimento dos planetas pelos céus era a chave
para entender os ciclos da terra. Porque os planetas exteriores movem-se só alguns graus por ano, alinhamentos planetários acontecem num período longo de tempo.

À medida que os planetas começam a convergir nos céus, que a Terra começa a sentir o efeito dinâmico crescente do alinhamento. Com os planetas aproximadamente alinhados em 2900 AC, poderia ser determinado, anos depois, como cada um deles havia se distanciado durante seu caminho cíclico ao redor do Sol. As mudanças
nas posições desses planetas foram registradas nas dimensões dos níveis de pedra da Pirâmide. As alturas variadas das pedras de cada nível derivaram das medidas diárias do nível da água do Poço de Kephren. As alturas dos níveis correspondem, um curso por ano, às influências orbitais e dinâmicas da lua e planetas sobre a Terra.

Pode-se observar os efeitos principais do alinhamento no primeiro curso de pedras. Examinando a altura do nível, pode-se ver que no canto nordeste, o primeiro curso é mais alto, indicando que os planetas tiveram maior efeito sobre a Terra durante o começo do
ano 2900 A.C. Depois disso, como os planetas se dispersaram das posições alinhadas, a Terra sentiu uma influência decrescente. Qualquer pedra em qualquer nível identifica o dia, mês e ano entre 2900 e 2694 AC que a pedra representa. Invocando uma fórmula
simples, podemos extrapolar informação sobre a posição da terra em órbita, sobre a posição da lua, sobre o nível médio da água abaixo da Pirâmide naquele momento e mais.

Obra utilizou 20.000 trabalhadores

Muitos engenheiros, astrônomos e estudiosos dedicaram a vida a medir e documentar as várias e complexas características da Pirâmide. Esse nível literal nos informa quase tudo sobre o período de 206 anos que a Pirâmide nos relata. As medidas individuais das
pedras relacionam-se a períodos específicos de tempo. Por exemplo, as dimensões atuais dos lados da base não são iguais ou retas.

Porém, os comprimentos laterais têm um significado. Se o perímetro da base representa o ano, então um lado representa um quarto do ano. Nós notamos que os quatro lados da Pirâmide não são exatamente iguais. Mas os trimestres da órbita solar também não.
Cada um é proporcionalmente diferente. Os quatro comprimentos de lado da base representam os quatro trimestres do ano – inverno, primavera, verão, outono. Os construtores não estavam errados, eles foram precisos.
O núcleo da Grande Pirâmide é feito de blocos de pedra calcária amarela, a cobertura exterior (agora quase completamente inexistente) e as passagens internas são de pedra calcária clara de melhor qualidade, e a câmara interna é construída de enormes
blocos de granito. Aproximadamente 2,3 milhões de blocos de pedra foram cortados, transportados e montados para criar a estrutura de 5.750.000 toneladas que é uma obra-prima de habilidade técnica e habilidade criadora. As paredes internas, como também
as poucas pedras da cobertura externa que ainda permanecem, têm emendas mais bem feitas do que qualquer outra construção de pedra do antigo Egito.

A entrada para a Grande Pirâmide fica no lado norte, aproximadamente 18 metros acima do nível do chão. Um corredor inclinado desce dali percorrendo o interior da pirâmide, penetra na terra rochosa sobre a qual a estrutura descansa, e termina numa câmara
subterrânea inacabada. Das derivações do corredor descendente, uma passagem ascendente leva a um aposento conhecido como a Câmara da Rainha e para uma grande galeria inclinada com 46 metros de comprimento. Na extremidade superior dessa galeria, uma passagem longa e estreita dá acesso à Câmara do Rei, forrada com granito. a câmara, dois túneis estreitos atravessam obliquamente as paredes para o exterior da pirâmide; não
se sabe se eles foram projetados para um propósito religioso ou para ventilação. Sobre a Câmara do Rei há cinco compartimentos separados por grandes lajes horizontais de granito; o propósito provável dessas lajes era proteger o teto da câmara, desviando a imensa pressão exercida pelas camadas superiores de pedra. A pergunta de como as pirâmides foram construídas ainda não tem uma resposta completamente satisfatória. O mais plausível é que os egípcios tenham utilizado um dique inclinado, feito ao redor da estrutura com tijolo, terra, e areia que foi crescendo em altura e em comprimento à medida que a pirâmide subia. Os blocos de pedra foram puxados para cima pela rampa, por meio de trenós, rolos, e alavancas.

De acordo com o historiador grego Herodotus, a Grande Pirâmide levou 20 anos para ser construída e exigiu o trabalho  de 100.000 homens. Esse número é aceitável dentro da suposição de que esses homens, que eram trabalhadores agrícolas, só trabalharam nas pirâmides enquanto havia pouco trabalho para ser feito nos campos, isto é, durante as cheias do Nilo. Porém, no final do século 20, arqueólogos encontraram indícios de
que uma quantidade menor de operários pode ter trabalhado na construção, em bases permanentes e não sazonais. Acredita-se que cerca de 20.000 trabalhadores, juntamente com pessoal de apoio, os padeiros, médicos, sacerdotes etc., tenham realizado a obra.


Construindo a grande pirâmide

História

As três grandes pirâmides do planalto de Gizé estão distribuídas no deserto de maneira idêntica à distribuição das três estrelas do "cinturão" da constelação de Órion, equivalente celestial ao deus Osiris. Seu "cinturão" era o que os egípcios chamavam de Duat, uma espécie de "porta" pela qual a alma do faraó devia passar para chegar a Amenti, ao mais além.

A Grande Pirâmide de Gizé é a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo que ainda está de pé. Foi construída durante o período do Império Antigo pelo Faraó Khufu, integrante da IV Dinastia (2.613 a 2.498 aC) que, assim como seus antecessores, começou a planejar seu "lugar de eternidade" ao assumir seu mandato. O lugar escolhido para sua construção foi a ribeira esquerda do Nilo, a 12 Km do Cairo. Sobre esta margem eram normalmente construídos os cemitérios, já que o sol morria no oeste toda noite. Seus lados eram orientados nos quatro pontos cardinais, fazendo com que o reflexo das sombras acusasse com exatidão cronométrica os pontos essenciais do ano solar, dando as datas precisas da primavera e outono e do inverno e verão. Apesar dos egipicios não contarem com instrumentos ópticos como a bússula, faziam seus cálculos e medições através das estrelas. Sabiam que todo o céu noturno estava em constante movimento, com exceção do ponto escuro imóvel que era reverenciado como eterno, a localização do "céu". Ao redor deste ponto duas estrelas especialmente brilhantes giravam num círculo constante e, quando uma estava diretamente sobre a outra, era possível traçar uma linha perpendicular que atravessava o ponto escuro com total precisão. Estas estrelas que hoje conhecemos como circumpolares eram chamadas pelos egípcios de "Indestrutíveis".
Baseando-se nestas crenças e conhecimentos, Hemiunu (primo de Khufu e arquiteto principal da Grande Pirâmide) desenvolveu o projeto como uma "máquina de ressureição". Na parede norte da Câmara do Rei existe uma pequena abertura que funciona como telescópio para as "Indestrutíveis, garantindo assim a viagem para a eternidade de seu rei e para todos os que colaboraram com a construção da pirâmide.

Estrutura da Pirâmide

 Abdullah Al Mamún, subiu ao trono no ano 813 d.C. Promoveu as artes e as ciências e transformou Bagdag no centro do saber acadêmico. No ano 820 rodeado por uma equipe de colaboradores, abriu uma entrada nova, 10 fileiras abaixo da entrada original, que é a usada atualmente pelos turistas. No interior estão os canais o "Ascendente" e o "Descendente".  Este último, com 1.22 metros de altura e 1.05 de largura, introduzido a
105,15 metros até o centro da pirâmide. No final do túnel encontra- se a "Câmara do Caos", a mais de 35 metros debaixo do nível do planalto. Acredita-se que originalmente havia sido projetada para abrigar o difunto faraó, e que planos posteriores fizeram com
que a idéia fosse abandonada. O "Canal Ascendente", de 1,05 metros de largura por 1,20 metros de altura, finaliza a "Grande Galeria", a uns 23 metros de altura sobre o nível da base da pirâmide. No início está outra passagem de 38 metros, chamada "Canal Horizontal", que conduz até a "Câmara da Rainha".
A "Câmara da Rainha" é um quarto do tipo abóbada completamente vazio, de 5,65 metros de comprimento por 5,23 metros de largura e uma altura de 4,17 e 6,30 metros. Sua localização é no centro do eixo norte-sul da pirâmide.
No final da "Grande Galeria", de 46,05 metros de comprimento, 2,092 metros de largura e 8,70 metros de altura, está uma anticâmara chamada de "Câmara dos Rastrilhos", com numerosas ranhuras que serviam de suporte para diferentes mecanismos de proteção que impedissem a passagem à Câmara do Rei.

Finalmente, encontramos a "Câmara do Rei", construída inteiramente com granito de Asuán. Suas dimensões são: 10,481 metros de comprimento, 5,235metros de largura e 5,858 metros de altura. Os muros são formados por 5 fileiras de pedra e o teto por 9 imensas pedras de granito que pesam aproximadamente umas 400 toneladas. Na parte oeste da câmara encontra-se o sarcófago de granito vermelho sem tampa.
No lado norte da "Câmara do Rei" está um pequeno condutor estreito que penetra através da massa de pedra até o exterior da pirâmide, e se dirige como um telescópio até as estrelas circumpolares, que os antigos egípcios chamavam de "Indestrutíveis".

Ficha Geográfica:

Nome antigo: Horizonte de Jnum-Jufuy
Nome moderno: A Grande Pirâmide de Giza
Faraó: Jnum-Jufuy (Jufu, Keops, Queópe - IV dinastía)
Arquiteto: Hemiunu (primo do faraó)

Dimensões:
Base: 230 metros
Altura original: 146,6 metros
Altura atual: 137 metros aproximadamente
Ângulo: 51º 50' 35''
Volume: 2.592.968 metros cúbicos
Localização geográfica: No Egito, sobre o planalto de Gizé, a 12 kilômetros da cidade do Cairo (Egito).
Superfície: A grande plataforma sobre onde está construído o conjunto monumental mede 1.500 mts. de norte a sul, por 2.000 mts. de leste a oeste.
Altitude: 40 metros sobre o nível do Vale de Gizé.
Localização: As três pirâmides estão colocadas por ordem de tamanho e antigüidade seguindo um eixo que vai do nordeste ao sudeste.
Evolução arquitetônica: A forma da pirâmide seguiu uma clara evolução, cujo ponto de partida se encontra na mastaba e que, através das etapas intermediárias representadas pela pirâmide de degraus de Djoser, em Saqqara, a de Esnofru, em Meidum, e a pirâmide romboidal e Dahshur, conduz às pirâmides perfeitas de Gizé.
Quantidade de trabalhadores: Calcula-se que a mão de obra total da pirâmide contou com aproximadamente 4.000 homens entre pedreiros, transportadores e construtores.
Tempo da construção: Entre 23 e 30 anos Quantidade de blocos: 2 milhões de pedras, de aproximadamente 200 e 250 kg, ainda que existiam blocos maiores.

Tipos de pedra:
v  O núcleo das pirâmides é de pedra calcária, extraída da pedreira situada no local das pirâmides.
v  O revestimento de calcário branco vem das pedreiras de Tura; remontando o Nilo até o Sul.
v  O granito utilizado na construção das passagens e das câmaras funerárias vêm de Asuán, a 800 km do vale.
v  Transporte das pedras: As pirâmides estão situadas na margem
ocidental do Nilo e todas se comunicavam com o rio por meio de caminhos elevados de pedra, construídos para facilitar o transporte das pedras que chegavam à distintas pedreiras.

Curiosidades da Grande Pirâmide

— A Grande Pirâmide de Gizé é a única das Sete Maravilhas do Mundo Antigo que chegou aos nossos dias.
— A altura original da Grande Pirâmide, que media 146 metros, diminuiu 9 metros, devido a erosão e ao tempo.
— Ela era o edifício mais alto do mundo, até a construção da Torre
Eiffel em 1889.
— Os filmes de Hollywood alimentaram o mito de que foram os escravos que construíram as pirâmides. Na realidade foram os camponeses, com um salário pago pelo faraó.
— Desde a época dos gregos, esta construção é conhecida como a pirâmide de Quéops.
— Próximo à pirâmide de Quéops, encontra-se a tumba de sua mãe, a rainha Heteferes, um dos poucos templos funerários que chegaram até os nossos dias sem ter sido saqueado.
— Quando Tutankamón se transformou em faraó, a Grande Pirâmide já contava com 250 anos de antiguidade.
— A Grande Pirâmide foi feita de 2.300.000 blocos de pedra individuais,
cada um deles com um peso de cerca de 2,5 toneladas.
— Sua Grande Galeria mede 47 metros de comprimento e 8,48 metros de altura.
— Ao finalizar sua construção, a pirâmide pesava aproximadamente seis milhões de toneladas.
— A Grande Pirâmide encontra-se alinhada com os quatro pontos cardinais.
— Em 1798 antes da batalha das pirâmides de Gizé com os mamelucos, Napoleão Bonaparte disse para suas tropas: "Soldados, do alto destas pirâmides, quarenta séculos de história nos contemplam".
— Conforme o Papiro de Turin, a estrutura completa foi construída em aproximadamente 23 anos. Outras fontes indicam que a construção se desenvolveu durante 30 anos.
— No século XVIII, Benoit de Maillet, Cônsul Geral da França no Egito, durante o reinado de Luis XV, foi o primeiro a fazer um plano interior da pirâmide.
— Na área ocupada pela Grande Pirâmide cabem oito campos de futebol. Para dar a volta na pirâmide, leva-se quase um quilômetro de caminhada, e sua altura corresponde a um edifício de quarenta andares.
— Do Cairo chega-se a zona das pirâmides pela Avenida das Pirâmides, construída em 1860 para que passassem por ali todos os convidados ilusres que comparaceram à inauguração do Canal de Suez.

Como os egípcios trabalhavam com medidas

Nosso conceito de medir a inclinação entre linhas e chamá-la de "ângulo" não é e não foi de conhecimento de todas as culturas. Os egípcios usavam uma outra maneira: Eles mediam a distância horizontal de uma inclinação necessária para cobrir a altura de um
cúbito. Esta distância era medida em palmas ou dedos, 28 deles cabiam em um cúbito.
O sistema egípcio de números também era diferente. Eles usavam um sistema decimal simples, mas de uma outra maneira como nós conhecemos. Nós temos 10 algarismos diferentes de 0 a 9, e a posição de tais algarismos em um número define seu valor, por exemplo, "12" tem um valor definitivamente diferente de "21", embora ambos os números usem os mesmos algarismos. Os egípcios usavam símbolos diferentes para múltiplos de 10: Um traço para um único número, uma ferradura para 10, uma medida de fita para 100 e assim por diante. A Figura "12" era expressada por dois traços e por uma ferradura, "21" como duas ferraduras e um traço. A posição das ferraduras e dos traços na escrita era absolutamente irrelevante! Tais representações de números onde a posição não importa não têm nenhum conceito para zero, e normalmente nenhum conceito para frações também. Um egípcio não poderia ter usado valores como "2,537 dedos". Os únicos tipos de fração que o Egito posterior conheceria seria "um dividido por algo", marcado com uma elipse no alto do número.
Os engenheiros egípcios usaram somente dedos inteiros para a construção de seus edifícios. Por causa disto, o número de ângulos "normais" usáveis em pirâmides estava limitado a 28, entre 1 dedo a 1 cúbito (quase 90 graus) e 28 dedos a 1 cúbito (45 graus). E, de fato, todas as pirâmides encontradas no Egito são construídas em tal relação de dedos inteiros!
 A relação 1:22 como encontrada na pirâmide de Queóps é a mais agradável ao olho humano. Relações menores que 1:20 eram impossíveis em edifícios monumentais, como os edifícios não-terminados em Meidum, em Dahschur (pirâmide curvada) e Abu Roasch sugerem, relações maiores que 1:24 parecem um pouco mundanas. Somente duas pirâmides não estão erigidas dentro da escala "um cúbito a no máximo 28 dedos": O topo da pirâmide curvada e a pirâmide vermelha. Mas ambas também são construídas em uma relação inteira de dedos/cúbitos: 1:31. Alguns outros exemplos: Pirâmide de Quéfren: 1:21, pirâmide de Miquerinos: 1:23, pirâmide de Djedefre: 1:23, Degrau da pirâmide de Djoser: 1:25.

Curiosidades sobre pirâmides

Medidas da pirâmide de Quéops

A grande pirâmide do Egito é sete vezes maior do que a Esfinge
(146,5 metros). Cada face da Grande Pirâmide tem mais de 230 metros de comprimento e a diferença entre o mais comprido e o mais curto dos lados é de apenas 25 cm.
As faces da pirâmide estão precisamente dispostas com os 4 pontos cardinais apresentando somente 0,015% de margem de erro (atualmente para se conseguir esta precisão, são necessários um teodolito de laser, um mapa dentro dos dez metros de precisão, engenheiros, astrônomos e mestres de obras) Suas esquinas diferem de menos de 1 grau do ângulo de 90 graus. As pirâmides no Egito e em Marte
Cairo
, em egípcio, significa Marte (al Qahira). A NASA descobriu na planície de Cydonia, perto do pólo norte marciano (onde há água) pirâmides, o desenho de um golfinho e de um animal préhistórico e uma gigantesca esfinge, olhando para o céu. Uma dessas fotos é a codificada como "35 A 72", obtida pela nave Viking-1, na órbita 35, em julho de 1976. Hoagland duplicou cada metade do rosto, sobrepondo-a à outra, e viu que uma das metades era o rosto de um leão. Há dentes na boca, narinas e ornatos na cabeça. Hoagland percebeu que as estruturas estavam dispostas de modo a transmitir uma mensagem; os ângulos que elas guardam entre si revelam constantes matemáticas universais, como o número pi (3,14159...). Notou uma marcante semelhança do conjunto com aquilo que há em Gizé, junto ao Cairo, quanto às formas e ao posicionamento. O alinhamento das pirâmides de Gizé em relação ao
vale do Nilo é o mesmo das estrelas "Três Marias" (Alnitak, Alnilam e Mintaka), no cinturão de Órion, em relação à nossa  Via-láctea. Os “respiradouros” da Pirâmide parecem mirar essa constelação, possivelmente para direcionar, como a um projétil, a alma do ser lá depositado, numa jornada de regresso a Órion.

A pirâmide: Um cristal muito ampliado

A grande pirâmide de Quéops (ou Kufu) parece ser a estrutura ampliada de um cristal, como os do sistema ortorrômbico, p. ex. (barita, mulita, etc.), que têm "celas unitárias", que são blocos empilhados, como paralelepípedos; formam bi-pirâmides, cujas faces possuem ângulos de cerca de 52 graus. Outros autores sugerem
que a Pirâmide pode ser o modelo muito amplificado de um dos braços da cadeia da molécula de DNA (ADN) humana. O NÚMERO PHI (FI) OU “DIVINA PROPORÇÃO”. Dois grandes escultores da Grécia antiga, Teodoro e Telécleo, combinaram esculpir cada um deles uma das metades para compor uma estátua de Apolo. Um trabalhou em Éfeso e o outro em Samos, sem nenhum contato
durante a confecção; as duas metades se encaixaram com uma precisão notável. Ambos haviam acertado que empregariam a constante universal phi.

O Phi (Fi) na pirâmide e no nosso DNA

O número de ouro ou phi se afigura na proporção da dupla hélice logarítmica que rodeia o eixo do DNA de todas as formas vivas. As moléculas de DNA, dos cromossomos das células, transmitem o código bioquímico e possivelmente também bio-elétrico à próxima geração do humano, animal ou planta. Esse número (1,618...) é uma constante universal, é reconhecido como divino, desde a antiguidade, e a sua presença tem sido vislumbrada em toda a criação, como um elo entre a matemática e a biologia. Obtém-se pela divisão de qualquer número na série de Fibonacci pelo seu antecessor: 1-2-3-5-8-13-21-34-55-89-144-233-377-610-987-15972584-etc. Quanto maior o número, mais exato o número PHI (ou se soma 1 à raiz quadrada de 5 e se divide por 2 o resultado). Esse número tem algumas propriedades exclusivas: é o único número em todo o Universo que ao ser adicionado de 1 fica multiplicado por si mesmo, isto é, elevado ao quadrado. E também o único número que se for subtraído de 1 se torna dividido por si mesmo. Em álgebra elementar, qualquer equação que possua o fator phi é redutível a uma equação do 1o grau, devido à propriedade: (phi)2 = (phi) + 1.

Os bio-ritmos humanos na pirâmide

Já está provado, há muitas décadas, que existem muitos ritmos, ciclos, naturais, no corpo humano, sendo que os 3 mais relevantes são o físico, o emocional [ambos encontrados em 1887 por um amigo de Sigmund Freud, Dr. Wilhelm Fliess] e o intelectual,  só descoberto em 1930, na Áustria. A Pirâmide registra o bio-ritmo físico: divide-se a altura pelo número de dias do ano solar, resultando em 15,915, que é o número de vezes em que o bio-ritmo físico se repete durante um ano. Há autores que demonstram que os 2 outros bio-ritmos principais, o emocional e o mental, igualmente residem na Pirâmide. A propósito, conjetura-se a existência de um bio-ritmo de 18 dias, já que a razão entre cada um dos outros 3 é sempre de 5: 23, 28 e 33 dias.

A energia escalar da pirâmide

A pirâmide de Quéops contém as constantes universais phi, e pi, que é 3,1415... PHI (divide-se o apótema (que é a altura de qualquer uma das faces) pela metade do comprimento da base; PI: toma-se o dobro do perímetro da base e se divide pela altura. Há nela, ainda, muitas outras sabedorias cósmicas, legadas por uma
civilização muito superior, antes do último grande Dilúvio. Sua base possui 54.300 m2 de área e 230,50 metros de comprimento de cada lado, na média, pois há mínimas diferenças. Sua altura atual é de 137,46 metros, pois faltam 9,14 metros do vértice original o é de 148 metros e tem 2 milhões e 600 mil blocos de calcário ou granito, cada um com várias toneladas e assentados em 203 camadas. Entre um bloco e outro não se consegue encaixar nem uma lâmina de barba. Ela é uma imensa máquina radiônica, que se vale de energias virtuais. Polegada piramidal, côvado sagrado bíblico, raio polar e o segredo da freqüencia vital Numa placa à entrada da antecâmara estão gravados os tamanhos corretos das medidas que os construtores utilizaram: a “polegada piramidal” e o “côvado sagrado”; os construtores deixaram essa pista aos sábios do futuro, para que os enigmas fossem solucionados.
O valor de uma polegada piramidal quando multiplicado por 25 resulta no conhecido côvado sagrado bíblico. Um côvado sagrado multiplicado por 10 milhões dá a longitude do raio polar. O côvado sagrado traduz o comprimento de onda da força vital do ser humano; e os antigos sábios preservaram esse conhecimento para o futuro, deixando-o embutido no ângulo do vértice. No ápice da Grande Pirâmide jaz o segredo da freqüência da energia vital, bioelétrica, humana. O vértice original deveria ter 76,2431 graus; a altura original era de 5.813 polegadas piramidais, isto é, 76,2431 polegadas piramidais multiplicadas 76,2431 vezes. Ângulo das arestas: 51 g., 51m.,14 seg. Descoberta bem recente: Um novo corredor e uma misteriosa porta. Há alguns anos uma genial criação do engenheiro alemão Rudolf Gantenbrink, um robozinho do tipo trator, chamado de Upuaut, com 6 quilos, 37 cm., suportando até 40 kg. de peso e com vários motores independentes, foi colocado num dos corredores "de ventilação" ascendentes, cuja largura e altura são de apenas 20 cm. E percorreu 60 metros, até que se deparou com uma porta fechada, com dois trincos, vedando todo o túnel. Um feixe de laser do Upuaut foi direcionado para baixo da porta e mostrou que há espaçoalém dela. Cálculos matemáticos apontaram que a enigmática porta situa-se no lado sul da Pirâmide, a cerca de 59 metros de altura do chão, entre a 74a e a 75a camada de blocos de pedra. Qual o segredo lá guardado? Se já abriram tal porta tal não foi revelado. Antes, quase todos os egiptólogos achavam que o tal conduto era muito menos extenso. Estavam planejando nova incursão, desta vez ao conduto inferior. Ambos não podem ser de ventilação, pois terminam não dentro da câmara "da rainha" mas abaixo dela, sob o piso. Talvez haja câmaras ainda não descobertas nessa maravilha arquitetônica. A energia piramidal confundiu o computador e os pesquisadores.
A Grande Pirâmide seria um enorme polarizador que une as energias do “coração” do planeta ao “coração” do Sol, numa  transmutação recíproca. Também foi idealizada para funcionar como um Templo de Iniciação, transmutando os candidatos aprovados após duras provas físicas e espirituais. Até há pouco tempo só haviam descoberto 3 câmaras: a " do rei", que é considerada como o "coração” da pirâmide, a "da rainha" e uma outra no subsolo do monumento, chamada de "câmara do caos". Em 1968/1969 o Dr. Amr Gohed, da Universidade Ain Shams, do Cairo, dirigiu um projeto de pesquisa que visava desvendar minuciosamente a estrutura interna da Grande Pirâmide. Participaram Luiz Álvarez, prêmio Nobel e vários institutos dos EUA. As medições e análises, com raios-gama e irradiação de prótons, com um computador IBM 1130, novo, moderníssimos equipamentos, tudo com rigor científico,apresentavam a cada dia padrões e registros diferentes e inexplicáveis, para as mesmas áreas examinadas pelos oscilógrafos. O Dr. Gohed afirmou que o que ocorria era "cientificamente impossível e contraria as leis da eletrônica e das ciências conhecidas". E o projeto teve de ser abandonado. Depois, dois arquitetos franceses, Jean Patrice Dormion e Gilles Goidin vislumbraram diversos espaços vazios dentro da Grande Pirâmide, com o auxílio de detetores eletrônicos. Mais recentemente,um grupo de cientistas da Universidade Waseda, de Tóquio, radiografou, com raios-x, a
Grande Pirâmide, a Esfinge e toda a área adjacente, com um arsenal tecnológico mais aperfeiçoado e acharam fortes indícios de que há outras câmaras não descobertas e um intrincado labirinto subterrâneo entre a pirâmide de Quéops e a Esfinge. Isso confirmaria o que dois famosos árabes do século 14 haviam assegurado: al Makrizi, historiador, na obra “Hitat” e o escritor Ibn Battuta, que disse que Enoc construiu a Grande Pirâmide, para nela salvar as maiores sabedorias, já que ele foi alertado de que iria ocorrer um Dilúvio e que ne Pirâmide havia salas com grandes tesouros.

Como se organiza essa água

As réplicas homotéticas (ou seja, com os mesmos ângulos e proporções) possuem as mesmas propriedades da Grande Pirâmide, por RESSONÂNCIA e também pela energia das suas formas, que mudam o espaço interno, atuando num certo raio de ação. O melhor material é o cristal (de quartzo, p.ex.). Comprar uma pirâmide com pelo menos uns 2,5 cm. de comprimento de cada lado.  Só o dono a deve manusear. Não a pegar pelo vértice. Antes de a usar pela primeira vez, deixá-la em água com sal marinho integral até o dia seguinte, para tirar as memórias e vibrações de tudo que ocorreu perto dela. Jogue no ralo essa água. Pôr a pirâmide no centro de uma vasilha de louça, com cada um dos seus lados voltado para cada um dos pontos-cardeais (use uma bússola) e despeje, sem respingar no ápice, cerca de um litro de água. Se a pirâmide fôr maior, pode-se pôr mais água, proporcionalmente. Se a pirâmide for do tipo aberto, não maciça, portanto, deve-se deixar a água por pelo menos 72 horas e num volume de no máximo 5% do volume da pirâmide. Reitero: prefira o cristal de quartzo. O cômodo deve ser limpo, e a réplica não deve ficar perto nem acima nem abaixo de motores, geradores, tv, geladeira, tomadas elétricas (desconecte delas os aparelhos, mesmo desligados, porque há eletricidade estática), microondas. Evite correntes de vento, luz. Melhor com boas condições atmosféricas. Aguardar mais ou menos uma hora, ou, melhor ainda, até o dia seguinte. Guarde- a, pois ela mantém a energia, desde que se afastem os metais, pois eles absorvem toda aquela energia da água. A incidência de luminosidade também pode afetar a estruturação da água. Beber um copinho (uns 50 ml) em jejum e outro antes de deitar, em golinho, pausadamente. Essa água regenera, cicatriza, parece rejuvenescer as células. Abusar dela não faz bem, assim como os remédios, tem a dose adequada. Todavia, podem-se aumentar as doses, progressivamente, até cerca de 1 litro por dia ou até mais, desde que se beba aos golinhos, devagar, compassadamente e sem forçar. Cada caso tem as sua peculiaridades. Observem-se eventuais reações, ao se aumentar a quantia ingerida Notável em casos de câncer, úlceras, lesões, queimaduras. Alguns médicos, muito poucos ainda, comprovaram os efeitos da energia piramidal. Feridas externas: limpar o local com essa água num algodão, esperar uns segundos e colocar outro algodão, cobrindo a ferida ou verruga, furúnculo, queimadura, etc. e o segurar por um minuto; em seguida deixar a ferida exposta ao ar por uns segundos. Pode-se usar a pirâmide em conjunto com a vibração da cor verde, que é curativa... Muitos a usam como colírio. Pode-se usar uma pirâmide de cristal por 10 ou 15 minutos, 2 ou 3 vezes por dia, com estômago vazio, mas não na cabeça (pode mumificar os neurônios)
nem no coração (é arriscado). Nesses casos, e em qualquer outro, é sempre preferível usar a água energizada pela pirâmide, pois a eficácia é a mesma e não há contra-indicação, desde que não se abuse. Não deixar a cabeça abaixo de uma pirâmide nem dentro do terço inferior dela. Há pirâmides suspensas "para fazer bem a quem se senta em baixo dela", mas isso não é seguro. Também não pôr sobre os olhos, pois pode queimar as retinas e até cegar.

Rejuvenescimento celular facial

Embeba duas folhas duplas de papel-toalha nessa água estruturada e as ponha no rosto, previamente limpo com sabão de base vegetal (Granado, p.ex.); aguarde uns 10 minutos, tire-as lentamente e se olhe ao espelho: que tal o resultado? Prepare e use sem metais (pontes também).

Medidas para confeccionar pirâmides

A tabela abaixo traz uma sequencia de medidas para que o experimentador possa construir sua própria pirâmide, nas dimensões que desejar, e mantendo as mesmas proporções com a pirâmide de Quéops. As medidas, a princípio estão em milímetros, mas podem facilmente serem interpretadas como centímetros ou metros, podendo montar estruturas com várias escalas diferentes. Exemplo: Para construir uma pirâmide com 10cm de altura.
Altura: 100 = 10cm ( 100 dividido 10 )
Base...: 157,0 = 15,7cm ( 157,0 dividido 10 )
Aresta: 149,4 = 14,94cm ( 149,4 dividido 10 )